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PSOE diz que a escolha do dia para investidura "diz muito de Rajoy"

O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) afirmou esta quinta-feira que a escolha do dia do debate para a investidura "diz muito de Mariano Rajoy" e que se este o propôs é porque conta com "o apoio das direitas".

As declarações foram feitas por fontes socialistas à agência noticiosa espanhola Efe, após o anúncio da presidente do Congresso de Deputados (câmara baixa do Parlamento espanhol), Ana Pastor, relativo ao calendário.

O debate vai começar a 30 de agosto e está prevista uma primeira votação para o dia seguinte.

Nessa votação, o candidato à investidura tem de ser eleito por uma maioria absoluta. Caso isso não aconteça, será realizada uma segunda votação 48 horas depois, no dia 02 setembro (sexta-feira), na qual o candidato tem de ser eleito por uma maioria simples.

Trata-se de datas que, como assinalou a própria Ana Pastor, foram consultadas pelo líder do Partido Popular (PP) e candidato à presidência do governo espanhol.

Com efeito, na escolha dessas datas, o PSOE vê claros sintomas de como Rajoy concebe as instituições, segundo as fontes ouvidas pela agência Efe.

Sem se referirem a umas prováveis terceiras eleições no dia de Natal -- que seria o desenlace caso este processo de investidura fracasse e todas as seguintes etapas também falhem --, os socialistas sublinham que se o líder do PP optou por essa data é porque conta com "o apoio das direitas".

"As direitas" seriam os "potenciais aliados" que dirigentes socialistas acreditam que o PP poderia ter, como se viu na composição da Mesa, quando, segundo o seu critério, se pôde observar que os populares podem chegar a acordos com Convergència, PNV e Coalición Canaria.

Os deputados destes partidos negaram, porém, ter votado após esse suposto acordo.

O secretário-geral do PSOE, Pedro Sánchez, frisou na quarta-feira em conferência de imprensa que a posição do seu partido, colegiada, aceite no Comité Federal e partilhada pela maioria dos eleitores progressistas, é votar 'não' a Rajoy na investidura.

Espanha está num impasse político desde as eleições de 20 de dezembro de 2015, repetidas a 26 de junho deste ano, mas sem que um partido saísse, de novo, com a maioria dos votos.

Lusa

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