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Guerra interna agrava-se no PSOE

© Reuters

A luta interna no PSOE sobe de tom, com Pedro Sánchez a recusar-se a sair depois do setor crítico do partido ter conseguido a demissão da maioria de membros da comissão executiva, que devia precipitar a queda da direção.

A secretaria da Organização do PSOE, afeta a Pedro Sánchez, considerou, esta quinta-feira, nula a convocação feita pelo setor crítico da Comissão de Ética e Garantias, argumentando que se trata de uma convocação "unilateral" que não cumpre os regulamentos.

Os críticos pretendem que esta comissão confirme que a demissão da maioria da comissão executiva implica o afastamento de toda a direção, incluindo a de Pedro Sánchez, e a convocação de um congresso extraordinário para escolher um novo líder.

Segundo os estatutos do partido, a Comissão de Ética e Garantias só pode ser convocado pela sua presidente, María Isabel Celaá, que ainda não o fez e é vista como apoiante do secretário-geral.

Entretanto, esta manhã, a presidente da Comissão do Comité Federal (o órgão decisório máximo entre congressos) dos socialistas, Verónica Pérez, defendeu para si a condição de ser atualmente a única autoridade no partido depois da demissão quarta-feira de 17 membros da comissão executiva e dissolução dessa direção.

Verónica Pérez também pediu a convocação urgente da Comissão de Ética e Garantias para esclarecer a situação existente e afirmou esperar que ninguém estivesse sequestrado, uma alusão direta à presidente desse órgão que evita falar com ela, não lhe atendendo o telefone.

Para aumentar ainda mais a confusão, os membros que não se demitiram da comissão executiva estão reunidos esta manhã, considerando que ainda estão em funções.

Os restantes partidos políticos espanhóis esperam pela definição dentro do PSOE para poderem trabalhar uma cada vez menos possível solução para o atual impasse na escolha de um novo Governo.

O PSOE tem vivido uma crise interna, que agora se agravou, depois de ter visto diminuir a sua base de apoio nas últimas eleições e de ter impedido o PP (Partido Popular, de direita) de formar Governo sem ter conseguido apresentar uma alternativa viável.

Depois das críticas de vários dirigentes regionais, a posição de Pedro Sánchez ficou ainda mais enfraquecida após ser conhecido o resultado das eleições de domingo na Galiza e País Basco em que os socialistas recuaram para posições historicamente baixas.

Se o impasse político em Madrid não for debloqueado até 31 de outubro próximo, o rei Felipe VI terá de dissolver o parlamento nacional e convocar novas eleições.

Se isso acontecer, serão as terceiras eleições legislativas que se realizam no espaço de um ano, depois de na primeira consulta, em 20 de dezembro de 2015, e na segunda, em 26 de junho deste ano, as quatro principais forças políticas espanholas (PP, PSOE, Unidos Podemos e Ciudadanos) não terem conseguido chegar a um acordo para formar um Governo estável em Espanha.

Lusa

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