sicnot

Perfil

Eleições EUA 2016

Eleições EUA 2016

Eleições EUA 2016

Divulgados novos documentos incriminatórios da "Universidade Trump"

Documentos judiciais recém-divulgados no caso contra a "Universidade" do pré-candidato presidencial norte-americano Donald Trump revelam acusações de ex-empregados de que a empresa agora extinta enganava os consumidores com marketing agressivo e fraudulento.

© Carlo Allegri / Reuters

As revelações mais danosas são as de antigos funcionários a instituição com fins lucrativos fundada em 2004 e encerrada em 2010, desencadeando processos judiciais que poderão arrastar o presumível candidato presidencial republicano para tribunal.

"Enquanto a Universidade Trump declarava querer ajudar os consumidores a ganhar dinheiro no setor imobiliário, de facto a Universidade Trump apenas estava interessada em vender a toda a gente os seminários mais caros que pudesse", disse o ex-funcionário daquela instituição Ronald Schnackenberg num depoimento escrito hoje revelado.

A empresa oferecia vários cursos de empreendedorismo sob a famosa marca Trump.

Mas Schnackenberg, antigo diretor comercial da empresa, descreveu como se despediu em 2007 depois de descobrir que "a conduta da Universidade Trump era enganosa, fraudulenta e desonesta", fazendo eco dos argumentos apresentados por ex-alunos queixosos que alegam ter sido enganados.

Outro ex-empregado, Jason Nicholas, reconheceu ao testemunhar que os seminários eram lecionados por "pessoas sem qualificações que se apresentavam como braços-direitos de Donald Trump".

Nicholas declarou que aqueles formadores "ensinavam métodos eticamente incorretos e que tinham pouca ou nenhuma experiência de apresentação de propriedades e de concretização de verdadeiros negócios imobiliários".

"Era uma fachada, uma mentira total", asseverou.

O tribunal também desclassificou manuais internos da empresa, os chamados "playbooks", onde se encontravam em pormenor as técnicas de marketing e vendas para orientar os futuros estudantes para os cursos e programas mais caros, que atingiam preços como 35.000 dólares (31.270 euros) por supostamente revelarem os segredos de Trump para gerar riqueza.

Lusa

  • Ronaldo terá colocado milhões de euros nas Ilhas Virgens britânicas
    4:15

    Desporto

    José Mourinho e Cristiano Ronaldo são apenas dois dos nomes da maior fuga de informação na história do desporto. A plataforma informática Football Leaks forneceu milhões de documentos à revista alemã Der Spiegel, entre os quais documentos que indicam que o capitão da seleção nacional terá colocado milhões de euros da publicidade nas Ilhas Virgens britânicas. Os dados foram analisados por um consórcio de 60 jornalistas, do qual o Expresso faz parte, numa investigação que pode ler este sábado no semanário.

  • Obama diz que Guterres "tem uma reputação extraordinária"
    1:38

    Mundo

    António Guterres diz que vai trabalhar com Barack Obama e também com Donald Trump, na reforma das Nações Unidas. O futuro secretário-geral da ONU foi recebido por Obama, na Casa Branca, onde recebeu vários elogios do presidente norte-americano.

  • Mãe do guarda-redes da Chapecoense comove o Brasil
    1:37
  • Dezenas de mortos em bombardeamentos do Daesh em Mossul

    Daesh

    Dezenas de civis, entre os quais várias crianças, morreram e outros ficaram feridos em ataques de morteiro efetuados pelo grupo extremista Daesh em Mossul, disse à agência Efe o vice-comandante das forças antiterroristas iraquianas.

  • Morreu o palhaço que fazia rir as crianças de Alepo

    Mundo

    Anas al-Basha, mais conhecido como o Palhaço de Alepo, morreu esta terça-feira durante um bombardeamento aéreo na zona dominada pelos rebeldes. O funcionário público mascarava-se de palhaço para ajudar a trazer algum conforto e alegria às crianças sírias, que vivem no meio de uma guerra civil.

  • Tribunal chinês iliba jovem executado há 21 anos

    Mundo

    Nie Shubin foi fuzilado em 1995, na altura com 20 anos, depois de ter sido condenado por violação e assassinato de uma mulher, na cidade de Shijiazhuang. Agora, a justiça chinesa vem dizer que, afinal, o jovem era inocente, uma vez que não foram encontradas provas suficientes para o condenar.