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Obama diz que plano de Trump para os muçulmanos trai valores dos EUA

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, criticou esta terça-feira a proposta do pré-candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, de proibir a entrada de muçulmanos no país e manter sob vigilância as comunidades islâmicas.

© Carlos Barria / Reuters

"Os norte-americanos muçulmanos são cidadãos norte-americanos. Vamos começar a tratar todos os norte-americanos muçulmanos de maneira diferente? (...) Isso é uma traição aos nossos valores", afirmou o chefe de Estado num discurso em que falou dos avanços na investigação sobre o massacre de Orlando, na Florida.

No final de uma reunião do seu conselho de segurança nacional sobre a luta iniciada contra os 'jihadistas' no verão de 2014, Barack Obama disse que o grupo extremista Estado Islâmico (EI) está agora "na defensiva" e com dificuldade em recrutar combatentes estrangeiros.

O EI "não está em condições de realizar com êxito uma grande ofensiva no Iraque ou na Síria desde há um ano", congratulou-se o Presidente norte-americano, acrescentando que "graças aos esforços internacionais", o fluxo de combatentes estrangeiros foi acentuadamente reduzido.

O grupo jihadista que conquistou faixas inteiras de território naqueles dois países "está a ser submetido a uma pressão maior que nunca" depois de ter sido atingido por cerca de 13.000 ataques aéreos da coligação internacional liderada por Washington.

Obama enumerou as perdas financeiras do grupo, os "120 dirigentes e comandantes mortos" e a "perda de quase metade dos territórios povoados que [o EI] tinha no Iraque".

"Eles ainda vão perder mais e continuam a perder terreno na Síria", assegurou, reiterando a intenção de "destruir o grupo extremista".

Com menos combatentes provenientes do estrangeiro, incluindo dos Estados Unidos, os efetivos do EI "ficaram reduzidos ao seu nível mais baixo em mais de dois anos e meio", sublinhou ainda o chefe de Estado norte-americano, citando os serviços secretos do país.

Lusa

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