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Revolta na CNN após contratação de ex-chefe de campanha de Trump como comentador

A contratação do ex-chefe de campanha de Donald Trump como novo comentador da CNN está a provocar uma "revolta interna" na redação do canal de televisão por cabo, revela a edição de hoje do jornal "New York Post".

© Shannon Stapleton / Reuters

O mal-estar pela contratação de Corey Lewandowski é mais notória entre as mulheres e os trabalhadores latinos, revelam fontes do canal citadas pelo "Post", segundo as quais estes estarão a organizar-se para pedir publicamente que o comentador seja despedido.

De acordo com as mesmas fontes, o ex-chefe de campanha de Trump vai cobrar cerca de 500 mil dólares (cerca de 450 mil euros) pelo novo trabalho como comentador, apesar de um porta-voz da CNN ter assegurado entretanto a este jornal que o salário de Lewandowski "nem se aproxima" deste valor.

Donald Trump anunciou, a 20 de junho, ter despedido Lewandowski, que chegou a ser um dos pilares da sua campanha durante as primárias desde que o magnata anunciou há um ano a sua intenção de concorrer à Casa Branca.

Vários órgãos de comunicação social, entre os quais o "The New York Times", escreveram entretanto que o ex-chefe de campanha de Trump foi despedido porque mantinha relações "hostis" com muitos dos jornalistas que estavam a fazer a cobertura da campanha e pelo mal-estar de alguns membros do Comité Nacional Republicano.

Um dos episódios mais controversos que este protagonizou ocorreu em março passado, quando uma jornalista de um portal conservador acusou Lewandowski de uma alegada agressão durante conferência de imprensa na Florida, mas um mês depois a ação judicial foi arquivada.

Lusa

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