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Eleições EUA 2016

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Estados Unidos garantem que Putin ordenou campanha para influenciar presidenciais

O Presidente russo, Vladimir Putin, ordenou uma campanha clandestina para influenciar a eleição presidencial nos EUA, em favor de Donald Trump, garantiu esta sexta-feira a comunidade dos serviços de informações norte-americanos.

Esta é a primeira alegação formal por parte do Governo dos EUA que suporta as acusações sensacionais a que Trump e os seus apoiantes têm resistido.

O relatório do diretor das Informações Nacionais, uma versão desclassificada de um documento mais detalhado que tinha sido entregue à Casa Branca, a Trump e aos líderes do Congresso, não adianta provas para suportar as alegações.

A versão desclassificada é até agora o documento público mais detalhado com os esforços russos para interferir no processo político norte-americano, com ações que incluem a pirataria das contas de correio eletrónico do Comité Nacional Democrático e de lideres democratas, como Hillary Clinton ou o seu presidente da campanha, John Podesta.

Os dirigentes russos também usaram propaganda financiada pelo Estado e pagaram a agitadores para fazer comentários indecentes e maldosos nas redes sociais, adiantou-se no documento.

Não há sugestões de que os russos tenham influenciado as máquinas de contagem de votos.

No documento, ligou-se, pela primeira vez, Putin às ações de pirataria, classificando-a como "o maior esforço" feito até agora para influenciar uma eleição nos EUA e sustentou-se que os russos forneceram emails à Wikileaks, algo que o fundador do sítio, Julian Assange, tem negado repetidamente.

O documento está disponível em https://www.dni.gov/files/documents/ICA_2017_01.pdf.

Lusa

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
    0:36

    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite