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Escândalo Renault

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Governo francês reclama ação imediata da Renault para reduzir emissões

A ministra francesa do Ambiente, Ségolène Royal, reivindicou hoje uma ação imediata do fabricante Renault para reduzir as emissões dos seus veículos, mesmo antes das conclusões finais da comissão técnica, esperadas até ao verão.

© Philippe Wojazer / Reuters

"Sem esperar as conclusões, a Renault tem de reagir imediatamente para ajustar os seus motores às normas", disse Ségolène Royal, em entrevista publicada pelo "Le Parisien".

A ministra reconheceu que, de acordo com as primeiras investigações da comissão técnica, criada em França em setembro no âmbito do escândalo Volkswagen, não foi possível provar qualquer falsificação voluntária nos 22 automóveis de oito fabricantes submetidos a testes.

Mas destacou que as normas das emissões dos poluentes dióxido de carbono e óxido nitroso foram ultrapassadas em veículos Renault de "pelo menos dois construtores estrangeiros".

Na quinta-feira, a Renault foi alvo de buscas relacionadas com suspeitas de fraudes nas emissões poluentes, provocando uma queda de mais de 20% nas ações do fabricante automóvel francês na bolsa de Paris.

O alvo da investigação foram fábricas de motores da marca francesa o que sugere, segundo o sindicato que denunciou a realização das buscas, que estas "estão ligadas às consequências do escândalo da Volkswagen".

No seguimento do escândalo das emissões poluentes na Volkswagen, a Renault disse no mês passado que iria investir 50 milhões de euros para aproximar as emissões nos testes com a condução real.

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