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Escândalo Volskwagen

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Escândalo Volkswagen

Este deverá ser o próximo homem forte do Grupo Volkswagen

A Volkswagen vai reunir hoje o seu conselho de supervisão para confirmar o atual presidente da Porsche como novo presidente executivo do grupo após a demissão de Martin Winterkorn devido ao escândalo das emissões poluentes.

© Ralph Orlowski / Reuters

Ainda no centro da tempestade, que se iniciou nos Estados Unidos e já se espalhou por todo mundo, incluindo a Europa, o grupo Volkswagen procura urgentemente um novo presidente executivo, sendo que o presidente da Porsche, Matthias Mueller, é o mais forte candidato.

Matthias Mueller, de 62 anos foi um nome que esteve sempre presente para a sucessão do presidente executivo demissionário do grupo Volkswagen, até porque a sua personalidade já havia surgido há algum tempo para substituir Martin Winterkorn durante uma disputa entre os acionistas da Volkswagen e da Porsche.

O grupo Volkswagen é composto pelas marcas Audi, Porsche e Volkswagen, da Alemanha, Seat, de Espanha, Skoda, da República Checa, Lamborghini, de Itália e Bentley, da Grã-Bretanha.

Na quarta-feira, o presidente executivo do grupo Volkswagen demitiu-se no seguimento do escândalo sobre a acusação de a empresa ter falseado os dados sobre as emissões dos seus carros a gasóleo.

Em comunicado, Martin Winterkorn afirmou estar "chocado com os acontecimentos dos últimos dias", acrescentando que, "acima de tudo", está "chocado que a má conduta em tal escala foi possível no grupo Volkswagen".

"Como presidente executivo, aceito a responsabilidade pelas irregularidades que foram encontradas nos motores a gasóleo e, portanto, solicitei ao conselho de supervisão a minha renúncia como CEO do grupo Volkswagen", adiantou Martin Winterkorn no comunicado, destacando que estava a demitir-se "no interesse da empresa" e que não houve da sua parte "nenhuma atitude errada".

Também hoje o construtor alemão vai publicar uma lista com os veículos afetados pela manipulação de gases poluentes em motores a diesel. Até agora, a Volkswagen informou que existem 11 milhões de veículos com um motor 'EA 189' afetados pelo 'software' malicioso.

A Agência de Proteção do Meio Ambiente dos Estados Unidos acusou na sexta-feira a empresa de falsear o desempenho dos motores em termos de emissões de gases poluentes através de um 'software' incorporado no veículo, enfrentando uma multa que pode ir até aos 18 mil milhões de dólares (cerca de 15,9 mil milhões de euros ao câmbio de hoje).

Lusa

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