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Volkswagen diz que "não há provas" que administração esteja envolvida no escândalo

O presidente do Conselho de Supervisão do grupo Volkswagen (VW) disse hoje que "não há provas" até agora que possam sugerir que os mais altos níveis de gestão, incluindo a administração, estejam envolvidos no escândalo das emissões poluentes.

Hans Dieter Pötsch disse, em conferência de imprensa na sede da empresa em Wolfsburgo, não existir "nenhuma prova que possa que os membros do Conselho de Supervisão ou os membros do Conselho de Administração estejam implicados".

Recorde-se que Martin Winterkorn pediu a demissão de cargo de presidente executivo do grupo no seguimento do escândalo sobre a acusação de a empresa ter falseado os dados sobre as emissões dos seus carros a gasóleo.

A 23 de setembro, o ex-presidente disse estar "chocado com os acontecimentos dos últimos dias".

"Acima de tudo, estou chocado que a má conduta em tal escala foi possível no grupo Volkswagen", afirmou, acrescentando que "a Volkswagen precisa de um novo começo. Estou a limpar o caminho para este novo começo com a minha demissão".

No dia seguinte, o grupo alemão anunciava que o presidente dos carros desportivos de luxo Porsche, Matthias Mueller, tido sido escolhido para suceder a Martin Winterkorn como presidente executivo do grupo Volkswagen.

A Volkswagen reconheceu ter falseado os dados, nos quais estão envolvidos 11 milhões de veículos em todo o mundo, 125.491 em Portugal.

Segundo o documento apresentado pelo Ministério da Economia do Governo anterior, há em Portugal 102.140 mil veículos afetados das marcas Volkswagen, Audi e Skoda e mais 23.351 da marca Seat.

Lusa

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