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Escândalo Volkswagen

Volkswagen reconhece "condutas erróneas" e vai "implementar soluções a partir de janeiro"

Os primeiros resultados das investigações sobre a manipulação das emissões de óxido de nitrogénio no grupo Volkswagen mostra que foram manchadas por "condutas erróneas e falhas de alguns trabalhadores". O presidente executivo do grupo alemão, Matthias Müller, disse hoje em conferência de imprensa em Wolfsburgo, sede da empresa, que a Volkswagen "vai começar a implementar soluções a partir de janeiro de 2016" e que as autoridades europeias "avaliaram positivamente" as soluções técnicas para os clientes na Europa.

© Kim Kyung Hoon / Reuters

A Volkswagen reconheceu que houve deficiências em alguns processos, o que favoreceu a falta de ética laboral de algumas pessoas, por exemplo, nos testes e processos de certificação que afetam os dispositivos de controle do motor.

Os veículos afetados em Portugal pela fraude cometida pelo grupo Volkswagen são 125.491, segundo o relatório preliminar apresentado pelo grupo de trabalho criado pelo Governo.

Segundo o documento apresentado pelo Ministério da Economia do Governo anterior, há em Portugal 102.140 mil veículos afetados das marcas Volkswagen, Audi e Skoda e mais 23.351 da marca Seat.

No total, são assim 125.491 os veículos com dispositivos que manipulam os dados quanto à emissão de poluentes.

Quando foi conhecido o escândalo, o Governo criou um grupo de trabalho para acompanhar o impacto da fraude da Volkswagen e não se sabe, até ao momento, se com o novo Governo de António Costa, esse grupo de trabalho se mantém.

O grupo Volkswagen detém em Portugal a fábrica da Autoeuropa.

Lusa

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
    0:36

    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite