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Atentados em Bruxelas - 1 ano

Atentados em Bruxelas - 1 ano

Atentados em Bruxelas

Atentados no aeroporto e metro de Bruxelas

Em atualização

Bruxelas foi hoje alvo de ataques terroristas, o balanço de vítimas subiu para 34 mortos e mais de 200 feridos. Duas grandes explosões ocorreram ao início da manhã, às 8:00 locais (7:00 em Lisboa) no Aeroporto de Zaventem. Cerca de uma hora depois, uma nova explosão registou-se numa estação de metro Maelbeek, próximo do quarteirão das instituições europeias. Entre os feridos está uma portuguesa. O alerta antiterrorista está no nível máximo no país, a população foi aconselhada a ficar onde está.

No interior da estação de metro de Maelbeek, foto divulgada nas redes sociais

No interior da estação de metro de Maelbeek, foto divulgada nas redes sociais

Estragos visíveis no aeroporto de Bruxelas.

Estragos visíveis no aeroporto de Bruxelas.

© Francois Lenoir / Reuters

Fumo na estação de metro de Maelbeek

Fumo na estação de metro de Maelbeek

Foto do aeroporto divulgada pela Sky News

Foto do aeroporto divulgada pela Sky News

Foto publicada no Twitter do aeroporto de Bruxelas.

Foto publicada no Twitter do aeroporto de Bruxelas.

@D_Schwarzer

Última atualização às 17:10 | Veja aqui a emissão em direto

Uma terceira bomba no aeroporto foi desativada pela polícia, anunciou o governador da província, Lodewijk De Witte.

Polícia belga confirma que a fotografia divulgada pelo site de notícia dh.be é dos três suspeitos dos atentados no aeroporto de Bruxelas.

Aeroporto de Zaventem vai continuar fechado até, pelo menos, amanhã.

Bélgica decreta três dias de luto nacional.

Pelo menos 34 pessoas morreram e pelo menos 200 ficaram feridas nos atentados de hoje em Bruxelas, segundo um novo balanço provisório das autoridades.

Segundo dados divulgados pela ministra da Saúde belga, Maggie de Block, cerca das 14:00 locais (13:00 em Lisboa), 14 pessoas morreram nas duas explosões ocorridas no aeroporto e, segundo o Ministério da Justiça, 81 ficaram feridas.

De acordo com informações da empresa que explora o metropolitano, a STIB, avançadas cerca da mesma hora, 20 pessoas morreram na estação de metro, Segundo o presidente da câmara de Bruxelas, 106 pessoas ficaram feridas em Maelbeek, 17 das quais estão em estado grave.

Entretanto, o Exército belga desativou e fez explodir um embrulho suspeito no aeroporto de Zaventem, em Bruxelas, anunciou o Centro de Crises da Bélgica.

A polícia encontrou um cinto de explosivos que não foi detonado no aeroporto de Bruxelas, segundo a televisão VTM. Foi também encontrada uma kashnikov ao lado do corpo de um presumível autor do ataque.

O governo belga mostrou hoje preocupação com suspeitos que "estão a monte". Entretanto a RTBF deu conta de buscas policiais em algumas casas na área de Bruxelas.

A justiça pediu já aos órgãos de comunicação social que não divulguem informação sobre as investigações.

As autoridade belgas recomendam aos residentes reduzir o streaming de vídeo e música para evitar a sobrecarga da internet na cidade. Já antes, tinha sido pedido às pessoas para usarem as redes sociais ou SMS para comunicar, de modo a manter as células de telemóveis descongestionadas.

Uma portuguesa de 30 anos ficou hoje ferida na explosão ocorrida hoje na estação de metro de Maalbeek, disse o secretário de Estado português das Comunidades, José Luís Carneiro.

Entretanto, o voo da TAP das 14h50 para Bruxelas foi cancelado, não vai ser desviado para o Luxemburgo como aconteceu de manhã, os passageiros afetados devem falar com os serviços da TAP.

Números telefónicos de emergência

00 32 2 506 47 11
00 32 2 753 7300

O Presidente francês disse que a França está a reforçar a segurança nas fronteiras e nos transportes. "Temos que estar unidos, em coesão e em solidariedade", apelou Hollande.

"O que temíamos aconteceu, fomos atingidos por ataques cegos", reagiu o primeiro-ministro belga. Charles Michel disse que não há ainda qualquer informação que relacione os atentados de hoje com a detenção de Salah Abdelsam, suspeito dos ataques de Paris.

A Procuradoria Federal da Bélgica confirma que as explosões no aeroporto de Bruxelas foram provocadas por um bombista suicida.

Todas as instituições da União Europeia estão em alerta laranja, todas as reuniões foram canceladas e o acesso apenas é autorizado a pessoal credenciado.

Todos os transportes públicos de Bruxelas estão neste momento suspensos, o espaço aéreo está encerrado.

De acordo com o canal de televisão VRT, foram mobilizados soldados mobilizados para a área circundante ao Aeroporto de Bruxelas.

A Bélgica aumentou o nível de alerta antiterrorista para o máximo, avança a RTBF.

Os aeroportos de Frankfurt, na Alemanha, e de Roissy, em França, também reforçaram medidas de segurança entretanto.

Mais de 10 mortos no aeroporto de Bruxelas

De acordo com a VRT, pelo menos 14 pessoas morreram no aeroporto de Bruxelas e 35 ficaram feridas. Antes, fontes hospitalares tinham confirmado mais de 10 mortos.

A agência de notícias belga noticia que foram ouvidos disparos antes das duas explosões e que alguém gritar em árabe, indiciando que o que aconteceu hoje foi um ataque terrorista.

Um porta-voz da Polícia Federal da Bélgica disse que há vários mortos e feridos, segundo a NBC News.

Também uma porta-voz do aeroporto confirmou que "houve duas explosões na zona de partidas e as equipas de primeiros socorros estão no local para ajudar".

A Sky News avança que as explosões ocorreram num balcão da American Airlines, na zona de partidas.

Segundo a rádio pública RTBF, as explosões aconteceram cerca das 8:00 locais (7:00 em Lisboa) perto de uma porta de embarque para os Estados Unidos, onde estavam muitos passageiros. Uma testemunha descreve "muitas pessoas ensanguentadas".

O aeroporto foi evacuado e os passeiros foram levados para o exterior do edifício. Todos os voos foram cancelados.

As autoridades apelam às pessoas para que não se desloquem para aquela zona. A ligação ferroviária ao aeroporto foi entretanto suspensa.

Algumas pessoas publicaram entretanto fotografias e vídeos nas redes sociais:

  • Marcelo Rebelo de Sousa avisou que depois das autárquicas viria um novo ciclo. A lógica levou-nos a assumir que estava a falar do PSD, mas hoje, olhando para a situação política, devemos também incluir nessa previsão a “geringonça” e os seus equilíbrios. Não acredito que as coisas mudem até às legislativas, mas as contas só se fazem depois dos votos das autárquicas. Até lá, o tom de voz das esquerdas vai engrossar.

    Bernardo Ferrão

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