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Atentados em Bruxelas - 1 ano

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Atentados em Bruxelas

PSD declara que "são atos bárbaros de uma selvajaria humana"

O PSD repudiou hoje os atentados terroristas em Bruxelas, que "são atos bárbaros de uma selvajaria desumana", considerando essencial que todos saibam defender os valores de liberdade e modelo democrático e defendendo a punição severa dos responsáveis.

Virginia Mayo

Numa declaração de dois minutos que cada partido fez antes da aprovação, por unanimidade, de um voto de condenação e pesar da Assembleia da República, pelos atentados terroristas em Bruxelas, Marques Guedes falou pelo PSD, afirmando que "os atentados terroristas são atos bárbaros de uma selvajaria desumana" e "merecem o nosso incondicional repúdio".

"São mais do que isso: a arma do terror tem sempre alvos diretos, que através da infeção do medo, visa alcançar. Esses alvos somos nós, a nossa liberdade, a nossa tolerância, o nosso respeito pelo outro e pela diferença, o nosso modelo democrático de sociedade", disse ainda.

Na opinião de Marques Guedes, é essencial que hoje todos saibam defender, com firmeza, os valores que estão em risco, afirmando convictamente: "sim, somos homens e mulheres livres e queremos continuar livres".

"Sim, defendemos as liberdades de expressão e de circulação. Sim, somos pelo respeito intransigente das liberdades religiosa, de crenças e de ideologias. E sim, opomo-nos a todo o tipo de fundamentalismos e totalitarismos e à cultura do pensamento único", disse ainda.

O deputado social-democrata defendeu determinação "a combater e punir severamente os responsáveis por estes ataques desumanos".

"Mas não cederemos ao propósito de deixar encolher estes valores. Temos o dever de nos saber defender e passar essa mensagem a quem nos procura destruir", concluiu.

O CDS já tinha reagido ao final da manhã, no parlamento - tendo o porta-voz João Almeida manifestado "profundo pesar" pelas vítimas e apelado à defesa da liberdade -, mas durante as intervenções no plenário foi Telmo Correia que falou em nome do partido.

Para o deputado centrista, cada um destes votos aprovados "é um voto de pesar a mais", considerando que hoje o terrorismo "atacou no coração da Europa e na capital política da União Europeia", pretendendo "gerar o pânico e o medo".

"Palavra de consternação, de pesar, de tristeza, de solidariedade para o reino da Bélgica e para todos aqueles que desde a primeira hora estiveram no auxílio às vítimas", disse.

Segundo Telmo Correia, perante estes atos de terrorismo não se pode nunca "pôr em causa os valores" de liberdade pelos quais nos regemos e deixou uma promessa: "não recuaremos um milímetro que seja na defesa do humanismo, dos que precisam".

Defendendo que seja usada "a superioridade moral das democracias", o centrista assegura que nunca serão usados "métodos que sejam comparáveis a qualquer tipo de terror", nem haverá cedências ao populismo.

"Não desistiremos nunca de um objetivo, de garantir a segurança dos nossos concidadãos. Não aceitamos qualquer tipo de desculpabilização", enfatizou.

Telmo Correia defende "uma Europa unida no combate ao terrorismo" e deixa um apelo: "que estes assassinos saibam que no fim não triunfarão".

Pelo menos 34 pessoas morreram e perto de duas centenas ficaram feridas nas três explosões registadas hoje em Bruxelas -- duas no aeroporto internacional de Zaventem e uma na estação de metro de Maalbeek, junto às instituições europeias, no centro da capital belga.

O nível de alerta terrorista na Bélgica foi elevado para quatro, o máximo da escala.

Lusa

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