sicnot

Perfil

Atentados em Bruxelas

Atentados em Bruxelas

Atentados em Bruxelas

Detido em Anderlecht não é o terceiro suspeito dos atentados

Em desenvolvimento

As autoridades belgas confirmam que Najim Laachraoui não foi detido hoje e que continuam à procura de um suspeito dos ataques de ontem, que ainda também ainda não identificado. Segundo a TF1, os irmãos El Bakraoui, que se fizeram explodir no aeroporto e no metro, quiseram vingar-se pela detenção de Salah Abdeslam.

BELGIAN FEDERAL POLICE / HANDOUT

Última atualização às 12:25

Afinal o homem detido, esta manhã, em Anderlecht não é Najim Laachraoui nem o terceiro homem alegadamente envolvido nos ataques. De acordo com os media belgas, foi, de facto, detido um homem pelas autoridades mas desconhecem-se as ligações aos suspeitos dos atentados em Bruxelas.

A procuradoria belga indica que continua à procura de um suspeito dos ataques ao aeroporto e que ainda não o identificaram.

Esta manhã, a imprensa afiantou que esse terceiro suspeito seria Najim Laachraoui, nome conhecido na semana passada e relacionado aos ataques de Paris e Salah Abdeslam, atualmente detido.

Najim Laachraoui era conhecido sob o nome falso de Soufiane Kayal. Terá sido ele a fabricar os engenhos explosivos para o massacre na capital francesa.

Irmãos bombistas sucidas

Os outros dois autores conhecidos dos atentados de Bruxelas, são dois irmãos belgas: Khalid e Brahim El Bakraoui e estavam referenciados pela polícia por ligações ao crime organizado.

De acordo com a televisão pública belga, Brahim fez-se explodir no Aeroporto de Zaventem e Khalid detonou a bomba no metropolitano em Maelbeek.

Khalid El Bakraoui tinha alugado uma casa num bairro belga que na semana passada foi alvo de uma operação policial.

Os dois irmãos são também apontados como tendo ligação a Salah Abdeslam, detido por suspeita de ligação aos ataques de novembro em Paris.

  • "É abusivo falar de fuga ao fisco"
    4:10

    Economia

    Dez mil milhões de euros é o valor de que se fala das transferências para contas offshore, que terão escapado à Autoridade Tributária. O número impressiona, mas é preciso notar que este dinheiro é capital que sai do país e o capital não está sujeito ao pagamento de imposto só porque sai do país. O fiscalista Tiago Caiado Guerreiro esteve no Jornal da Noite para dar mais explicações sobre o caso.