sicnot

Perfil

Atentados em Bruxelas - 1 ano

Atentados em Bruxelas - 1 ano

Atentados em Bruxelas

Aeroporto de Bruxelas ainda sem data para abertura

O aeroporto de Bruxelas não vai recomeçar a breve prazo as operações nos locais onde ocorreram os atentados na terça-feira, apesar de desde quinta-feira estarem a ser criadas estruturas provisórias, de acordo com um comunicado.

© POOL New / Reuters

Em comunicado, a empresa de gestão do aeroporto de Zaventem, na Bélgica, indicou estarem a decorrer análises extensivas no local e dos vários cenários possíveis para o recomeço das operações, embora sem uma data ainda decidida.

"Tudo depende de vários processos que têm de ser recomeçados. O facto é que um recomeço, a breve prazo, não é possível na infraestrutura devastada", lê-se na nota.

No aeroporto começaram a ser erigidas construções temporárias, que incluem medidas adicionais de segurança, que começaram a ser implementadas em todos os aeroportos belgas, seguindo ordens governamentais.

A inspeção à segurança das construções temporárias vão decorrer na terça-feira, dia em que deverá realizar-se também um teste aos fluxos de passageiros, devendo 800 funcionários do aeroporto participar na simulação de funcionamento dos check in temporários.

Na passada terça-feira, duas explosões no aeroporto e uma na estação de metro de Maelbeek mataram, pelo menos 31 pessoas, das quais 28 já foram identificadas.

Os três bombistas suicidas, dois no aeroporto e um no metro, não entram na contagem do número de vítimas mortais.

"Algumas vítimas que acabaram por morrer em diferentes hospitais não estão ainda incluídas nos números mais recentes", informou domingo o Centro de Crise da Bélgica.

Nos atentados de Bruxelas ficaram feridas 340 pessoas de 19 países. Destas, 101 continuavam hoje internadas, 662 delas nos Cuidados Intensivos e metade com queimaduras graves.

Lusa

  • Presidente da Proteção Civil demitiu-se

    País

    O Presidente da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), Joaquim Leitão, pediu esta quarta-feira a demissão com efeitos imediatos. A carta de demissão foi enviada para o Ministério da Administração Interna, no entanto, uma vez que a ministra também se demitiu, o documento seguiu para o gabinete do primeiro-ministro, António Costa.

  • "Foi um golpe muito forte"
    1:41
  • Não me parece o melhor princípio político, mas percebo que António Costa queira ter junto de si, sobretudo em tempos difíceis, os mais próximos. Os homens de confiança pessoal e política. Em plena tempestade, o primeiro-ministro chamou dois amigos de longa data, ex-colegas da Faculdade de Direito, Eduardo Cabrita e Pedro Siza Vieira. E eles não disseram que não.

    Bernardo Ferrão

  • SIC acompanhou Francisco George no último dia como diretor-geral da Saúde
    6:20