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Atentados em Bruxelas

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Três novas detenções nas investigações aos atentados de Bruxelas e Paris

O procurador belga anunciou hoje três novas detenções e a prisão efetiva de mais duas pessoas no âmbito das investigações aos atentados de Bruxelas e Paris, e após dois suspeitos-chave terem sido indiciados no fim de semana.

© Yves Herman / Reuters

O procurador federal belga anunciou que uma ação policial durante a manhã de hoje numa rua de Uccle, no sul da capital belga, relacionada com as investigações que decorrem na Bélgica na sequência dos ataques de 13 de novembro em Paris (130 mortos), resultou na "prisão de três pessoas".

O procurador não emitiu qualquer informação sobre a identidade dos detidos, nem sobre eventuais outros "resultados" da investigação, limitando-se a referiu que um juiz de instrução decidirá na quarta-feira "sobre a sua eventual permanência em detenção".

Os inquéritos aos atentados na capital belga conheceram hoje um novo desenvolvimento com a acusação por "participação nas atividades de um grupo terrorista, assassinatos terroristas e tentativas de assassinatos terroristas, como autor, coautor ou cúmplice" de dois homens detidos no sábado e com eventuais ligações ao comando do metro de Bruxelas. Os atentados na capital belga, ocorridos em 22 de março no aeroporto e no metro, causaram 35 mortos e 340 feridos.

O inquérito aos atentados de Paris orientou-se rapidamente para a Bélgica, onde 14 pessoas já foram indiciadas no processo, e de onde eram provenientes a maioria dos membros do comando.

A ligação entre os dois atentados foi confirmada após a detenção no fim de semana em Bruxelas de Mohamed Abrini, procurado desde os ataques de Paris e que confessou ser o terceiro homem dos atentados no aeroporto de Bruxelas.

Apesar destas detenções, e segundo a agência noticiosa France-Presse, a rede jihadista ainda não está totalmente desmantelada. As primeiras revelações do inquérito referem ainda que a célula de Bruxelas tinha a intenção de atacar de novo a França, mas após o início das investigações judiciais terão optado pro cometar os ataques na capital belga.

Lusa

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