sicnot

Perfil

Atentados em Bruxelas - 1 ano

Atentados em Bruxelas - 1 ano

Atentados em Bruxelas

Contagem final de vítimas dos atentados em Bruxelas ainda não acabou

Um procurador federal belga afirmou hoje, na comissão de inquérito parlamentar, que a lista das vítimas dos atentados de Bruxelas ainda não está fechada por faltar contabilizar feridos que abandonaram o aeroporto e o metropolitano.

Várias mensagens, em várias línguas, foram escritas a giz no chão em Bruxelas, Bélgica

Várias mensagens, em várias línguas, foram escritas a giz no chão em Bruxelas, Bélgica

© Charles Platiau / Reuters

Segundo Frédéric Van Leeuw, além das pessoas que abandonaram os locais afetados pelas explosões de 22 de março, também falta contabilizar feridos que procuraram assistência médica pelos próprios meios e que "não podem ser esquecidos".

Cerca de 300 processos devem agora ser examinados para garantir que os sobreviventes fazem valer os seus direitos.

Apoiada numa base cientifica, a identificação dos mortos iniciou-se dois dias depois dos ataques reivindicados pelos extremistas do Estado Islâmico e completada numa semana, sem qualquer erro, acrescentou Van Leeuw.

Os atentados mataram 32 pessoas e devido às consequências das explosões em alguns cadáveres foram realizadas análises de ADN e, na medida do possível, reconstituições dos corpos, disse.

Ainda há 500 partes de corpos para identificar, oriundas sobretudo da estação de metropolitano de Maelbeek.


Lusa

  • Porque é que Melania e Ivanka vestiram preto para conhecer o Papa

    Mundo

    Melania e Ivanka chegaram ao Vaticano de preto, uma escolha muito questionada. De vestidos longos e véus, as mulheres Trump seguiram assim o dress code aconselhado nas audiências com o Papa. Também Michelle Obama usou uma vestimenta do género, em 2009, quando visitou Bento XVI.

  • Escola de Vagos castiga alunos por protesto contra a homofobia e preconceito

    País

    Os alunos da Escola Secundária de Vagos, no distrito de Aveiro, organizaram um protesto contra o que consideram homofobia e preconceito. Segunda-feira, depois de duas alunas se terem beijado foram chamadas à direção da escola, que as terá informado que não podiam beijar-se em público. O protesto foi gravado e partilhado nas redes sociais. Em declarações à SIC Notícias, um dos alunos disse que todos os envolvidos no protesto vão ser alvos de um processo disciplinar. O Bloco de Esquerda já pediu esclarecimentos ao Ministério da Educação.

    EXCLUSIVO

    Rita Pedras