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Festival ao Largo abre com "Mãos na pedra, olhos no céu", de Mário Laginha

O festival ao Largo abre hoje, em Lisboa, com um concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa e da Orquestra de Sopros e Percussão do Conservatório Regional de Artes do Montijo, sob direção da maestrina Joana Carneiro.

Mário Laginha à esquerda e Pedro Barreiros do Sexteto de Jazz de Lisboa

Mário Laginha à esquerda e Pedro Barreiros do Sexteto de Jazz de Lisboa

"Mãos na pedra, olhos no céu", de Mário Laginha, "Sinfonia espanhola, Op.21", de Édouard Lalo, e "Abertura 1812", de Tchaikovsky, são as obras do programa do concerto inaugural, que é retomado sexta-feira, num novo concerto, sempre com o violinista Pedro Meireles, como solista.

Estes são os primeiros de quinze espetáculos - oito de música, dois de ópera, três de dança e dois de teatro -, que preenchem o programa do Festival ao Largo 2016, a decorrer até ao próximo dia 30, no largo de S. Carlos, em Lisboa, com direção artística de Luísa Taveira, diretora da Companhia Nacional de Bailado, e Patrick Dickie, recém-nomeado diretor do Teatro Nacional de São Carlos.

No domingo, dia 10, é a vez da atuação da Orquestra Metropolitana de Lisboa, com o clarinetista Nuno Silva e direção musical de Pedro Amaral, para a interpretação do Concerto para clarinete em lá maior, K. 622, de Mozart, e da 6.ª sinfonia, em fá maior, op. 68, de Beethoven.

No ano em que se assinala o 400.º aniversário da morte de Shakespeare, o Festival ao Largo não deixa passar a efeméride em claro, pelo que, na próxima semana, nas noites de 13 e 14 de julho, haverá um espetáculo de teatro baseado em "Sonho de uma noite de verão", pela Escola Superior de Teatro e Cinema, em coprodução com o Teatro Municipal S. Luiz e Teatro Nacional D. Maria II.

No dia 15, um concerto pela Orquestra Sinfónica Portuguesa e pelo Coro do Teatro Nacional de S. Carlos assinala os cem anos do convite do governo inglês a Portugal, para a participação na Grande Guerra 1916-18, do lado dos Aliados.

O concerto, em colaboração com o Festival Internacional de Música do Estoril, conta com a participação da soprano Sara Braga Simões, do barítono André Baleiro e tem direção musical de Joana Carneiro.

Serão interpretadas a cantata "Dona Nobis Pacem", de Ralph Vaughan Williams, sobre textos bíblicos e poemas do poeta norte-americano Walt Whitman, e a 7.ª Sinfonia em lá maior, op. 92, de Beethoven.

A 16 e 17 de julho, será a vez do programa "Fantasia para Romeu e Julieta", pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, que congrega as obras "Abertura Romeu e Julieta", de Tchaikovsky, "Árias e duetos de Romeu e Julieta", de Charles Gopunod, e Suites 1 e 2, de "Romeu e Julieta", de Prokofiev.

A soprano Cristiana Oliveira e o tenor Airam Hernández são os solistas deste programa, com direção musical de Dinis Sousa.

A 19 de julho, sobe ao palco a Orquestra Sinfónica Juvenil, num espetáculo com direção musical de Christopher Bochmann.

"Abertura de O corsário", de Berlioz, "Variações sobre um tema de Mozart, Op. 132", de Max Reger, "Abertura de 'As alegres comadres de Windsor'", de Otto Nicolai, e "Valsa de 'O Cavaleiro da Rosa'", de Richard Strauss, são as obras em programa.

A Orquestra Gulbenkian é a estrela da noite de 21 de julho, num concerto que terá a participação do pianista Mário Laginha, solista no seu próprio Concerto, e a direção musical de Pedro Neves.

Além do Concerto para piano e orquestra de Mário Laginha, será interpretada a Sinfonia n.º 5, em dó menor, Op. 67, de Beethoven.

A 22 e 23 de julho, será apresentada a ópera "Cavalleria rusticana", de Pietro Mascagni, em versão de concerto (não encenada), pela Orquestra Sinfónica Portuguesa e pelo Coro do Teatro Nacional de S. Carlos, sob direção musical de Domenico Longo.

A dança preencherá os últimos três dias do festival - 28, 29 e 30 de julho -, com a Companhia Nacional de Bailado, que completa 40 anos, a interpretar coreografias de George Balanchine ("Serenade"), William Forsythe ("Herman Schmerman") e Hans van Manen ("Cinco tangos").

Lusa

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