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Corrupção na FIFA

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Justiça dos EUA acusa nove dirigentes e cinco funcionários da FIFA

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelou hoje que indiciou nove dirigentes e cinco funcionários da FIFA, acusando-os de conspiração e corrupção nos últimos 24 anos.

© Ruben Sprich / Reuters

Entre os acusados estão dois vice-presidentes da FIFA, o uruguaio Eugenio Figueredo e Jeffrey Webb, das Ilhas Caimão, assim como o paraguaio Nicolás Leoz, ex-presidente da Confederação da América do Sul (Conmebol).

Os outros dirigentes indiciados são o brasileiro José María Marín, o costarriquenho Eduardo Li, o nicaraguense Júlio Rocha, Jack Warner, de Trinidad e Tobago, o venezuelano Rafael Esquivel e Costas Takkas, das Ilhas Caimão.

O organismo norte-americano revelou ainda que as buscas feitas na Associação de Futebol da América do Norte, Central e Caraíbas (CONCACAF) estão também relacionadas com este caso.

"É um período de, pelo menos duas gerações de dirigentes de futebol que, alegadamente, abusaram das suas posições de confiança para adquirirem milhões de dólares em subornos e comissões", disse a procuradora Loretta Lynch.

Esta acusação surge depois de o Ministério da Justiça e a polícia da Suíça confirmarem a detenção, feita hoje, por acusações de corrupção, de seis dirigentes da FIFA, em Zurique, quando se encontravam num hotel na cidade.

As autoridades helvéticas indicaram que se prevê a sua extradição para os Estados Unidos, onde as autoridades de Nova Iorque os investigam por terem, alegadamente, aceitado subornos desde o início dos anos 1990.


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