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Corrupção na FIFA

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Onze dirigentes da FIFA suspensos por alegado envolvimento em corrupção

A FIFA suspendeu esta quarta-feira provisoriamente 11 pessoas, entre as quais os seus dois vice-presidentes Jeffrey Webb e Eugenio Figueredo, na sequência da investigação a alegadas práticas de corrupção levada a cabo pela justiça norte-americana.

As 11 pessoas suspensas de todas as atividades ligadas ao futebol são, além de Figueredo e Webb, Eduardo Li, Júlio Rocha, Costas Takkas, Jack Warner e o seu filho Daryll Warner, Rafael Esquivel, José Maria Marin, Nicolás Leoz e Chuck Blazer, antigo homem forte do futebol dos Estados Unidos, ex-membro do Comité Executivo da FIFA e alegado informador da procuradoria norte-americana.

As 11 pessoas suspensas de todas as atividades ligadas ao futebol são, além de Figueredo e Webb, Eduardo Li, Júlio Rocha, Costas Takkas, Jack Warner e o seu filho Daryll Warner, Rafael Esquivel, José Maria Marin, Nicolás Leoz e Chuck Blazer, antigo homem forte do futebol dos Estados Unidos, ex-membro do Comité Executivo da FIFA e alegado informador da procuradoria norte-americana.

Michael Probst / AP

As 11 pessoas suspensas de todas as atividades ligadas ao futebol são, além de Figueredo e Webb, Eduardo Li, Júlio Rocha, Costas Takkas, Jack Warner e o seu filho Daryll Warner, Rafael Esquivel, José Maria Marin, Nicolás Leoz e Chuck Blazer, antigo homem forte do futebol dos Estados Unidos, ex-membro do Comité Executivo da FIFA e alegado informador da procuradoria norte-americana.

"As acusações estão claramente relacionadas com o futebol e são de uma tal seriedade que é imperativo empreender medidas imediatas", assumiu Hans-Joachim Eckert, do Comité Ético da FIFA, especificando que estas seguirão o Código de Ética da FIFA. 

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos indiciou nove dirigentes ou ex-dirigentes e cinco parceiros da FIFA, acusando-os de conspiração e corrupção nos últimos 24 anos, num caso em que estarão em causa subornos no valor de 151 milhões de dólares (quase 140 milhões de euros).

Entre os acusados estão dois vice-presidentes da FIFA, o uruguaio Eugenio Figueredo e Jeffrey Webb, das Ilhas Caimão e que é também presidente da CONCACAF (Associação de Futebol da América do Norte, Central e Caraíbas), assim como o paraguaio Nicolás Leoz, ex-presidente da Confederação da América do Sul (Conmebol).

Entre os restantes dirigentes indiciados está o brasileiro José María Marín, membro do comité da FIFA para os Jogos Olímpicos Rio2016, o costarriquenho Eduardo Li, Jack Warner, de Trinidad e Tobago, o nicaraguense Júlio Rocha, o venezuelano Rafael Esquivel e Costas Takkas, das Ilhas Caimão.

Esta acusação surge depois de o Ministério da Justiça e a polícia da Suíça terem detido Webb, Li, Rocha, Takkas, Figueredo, Esquivel e Marin na quarta-feira, em Zurique, quando se encontravam num hotel na cidade.

A detenção ocorreu dois dias antes das eleições para a presidência da FIFA, em Zurique, à qual concorrem o atual presidente, o suíço Joseph Blatter, e Ali bin Al-Hussein, da Jordânia.

Simultaneamente, as autoridades suíças revelaram ter aberto uma investigação à atribuição dos Mundiais de 2018 e 2022 à Rússia e ao Qatar, respetivamente.

Lusa
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