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Corrupção na FIFA

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Federação Portuguesa de Futebol defende que FIFA "corre o risco de implodiir"

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) já criticou a eleição desta sexta-feira para a presidência da FIFA, reafirmando que o processo "não decorreu normalmente" e que as eleições deveriam ter sido adiadas.

"Quando uma organização se desliga da realidade e se fecha sobre si própria, corre o risco de implodir", refere um comunicado da FPF, duvulgado logo a seguir à votação que levou em Zurique, Suíça, à reeleição do suíço Joseph Blatter como presidente da FIFA.

"Quando uma organização se desliga da realidade e se fecha sobre si própria, corre o risco de implodir", refere um comunicado da FPF, duvulgado logo a seguir à votação que levou em Zurique, Suíça, à reeleição do suíço Joseph Blatter como presidente da FIFA.

WALTER BIERI / Lusa

"Quando uma organização se desliga da realidade e se fecha sobre si própria, corre o risco de implodir", refere um comunicado da FPF, duvulgado logo a seguir à votação que levou em Zurique, Suíça, à reeleição do suíço Joseph Blatter como presidente da FIFA, após três dias conturbados, marcados pela detenção de vários dirigentes, acusados pela justiça norte-americana de associação criminosa e corrupção.

Para a FPF, por isso mesmo se justificava outra solução no congresso da FIFA: "O processo eleitoral não decorreu normalmente e estas eleições foram marcadas por acontecimentos que deveriam ter obrigado ao adiamento das mesmas." 

A FPF recorda ainda o seu apoio a Luís Figo, adversário de Blatter, que desistiu de ir a votos. "Apoiámos um candidato que, pela experiência que teve no terreno, viu antes de muitos que os resultados do dia 29 de maio estavam estabelecidos há muito tempo. A recondução de Joseph Blatter prova que Luís Figo tinha razão quando se recusou a caucionar este processo", refere ainda o comunicado.
Lusa
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