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Corrupção na FIFA

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Platini quer restaurar imagem da FIFA caso seja eleito presidente

O presidente da UEFA, Michel Platini, prometeu esta quinta-feira restaurar a imagem da FIFA, organismo que superintende o futebol mundial, admitindo que, seja eleito para presidente do organismo, vai preocupar-se mais com o jogo e menos com a política.

"Temos que cuidar do jogo, não da política. Comigo vai-se tratar de futebol, não haverá política. Há muita gente boa no Comité Executivo, nem todos são corruptos", afirmou o gaulês. (Arquivo)

"Temos que cuidar do jogo, não da política. Comigo vai-se tratar de futebol, não haverá política. Há muita gente boa no Comité Executivo, nem todos são corruptos", afirmou o gaulês. (Arquivo)

© Eric Gaillard / Reuters

"Temos que cuidar do jogo, não da política. Comigo vai-se tratar de futebol, não haverá política. Há muita gente boa no Comité Executivo, nem todos são corruptos", afirmou o gaulês à margem de uma reunião do Comité Executivo da FIFA, em Zurique.

O dirigente francês, candidato à liderança da FIFA nas eleições de fevereiro do próximo ano, desvalorizou ainda o facto de alguns membros do Executivo optarem por não marcar presença na reunião, como é o caso do presidente da Associação Brasileira, Marco Polo Del Nero, que abandonou Zurique após a detenção de alguns membros do comité na sequência da investigação por corrupção.

"Não é a primeira vez que algum membro falha a reunião. Estamos numa situação estranha, é óbvio, caso contrário não haveria aqui tantos jornalistas", disse.

Questionado sobre a sua opinião favorável à realização do Mundial de 2022 no Catar e 2018 na Rússia, Platini reconheceu que, no caso do Catar, alterou a sua intenção de voto depois de uma reunião em Paris com Nicolas Sarkozy, então Presidente da República francesa, e dirigentes do Qatar, já que inicialmente votaria a favor dos Estados Unidos.

"Sarkozy nunca me pediu para votar no Catar, simplesmente pensei que seria bom", esclareceu.

Lusa

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