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Corrupção na FIFA

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Chung Mong-Joon acusa Blatter de tentar forçá-lo a desistir da corrida à FIFA

O sul-coreano Chung Mong-Joon, um dos candidatos à presidência da FIFA, acusou esta terça-feira Joseph Blatter, presidente demissionário do organismo, de recorrer ao Comité de Ética para o tentar forçar a desistir da candidatura.

Chung Mong-Joon, que negou ter cometido qualquer irregularidade, acusou o Comité de Ética de "nunca agir contra Blatter, mas apenas contra aqueles que o atacam". (Arquivo)

Chung Mong-Joon, que negou ter cometido qualquer irregularidade, acusou o Comité de Ética de "nunca agir contra Blatter, mas apenas contra aqueles que o atacam". (Arquivo)

© Kim Hong-Ji / Reuters

O antigo vice-presidente da FIFA diz-se vítima de um "inquérito injusto" que visa aplicar uma suspensão que pode ir até aos 19 anos por negociação de votos na atribuição das sedes para as edições de 2018 (Rússia) e 2022 (Qatar) do Mundial.

Chung Mong-Joon, que negou ter cometido qualquer irregularidade, acusou o Comité de Ética de "nunca agir contra Blatter, mas apenas contra aqueles que o atacam".

O sul-coreano, proprietário da Hyundai, anunciou em julho a intenção de se candidatar à presidência do organismo, nas eleições agendadas para 26 de fevereiro.

Além de Mong-Joon, são também candidatos à presidência da FIFA Michel Platini, presidente da UEFA, o príncipe jordano Ali bin Al Hussein e o ex-futebolista brasileiro Zico.

Lusa

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