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Corrupção na FIFA

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UEFA anuncia apoio a Gianni Infantino para presidência da FIFA

O Comité Executivo da UEFA manifestou hoje o seu apoio unânime à candidatura de Gianni Infantino, atual secretário-geral da UEFA, à presidência da FIFA, anunciou o organismo que tutela o futebol europeu.

© Denis Balibouse / Reuters

Numa comunicação publicada no seu site, aquele organismo anunciou Gianni Infantino como a nova escolha da UEFA, após o impedimento de que foi alvo Michel Platini, em resultado da investigação em curso em torno dos atuais administradores da FIFA.

"A próxima eleição para um novo presidente da FIFA representa um momento crucial na gestão da modalidade e do futuro da própria FIFA. Acreditamos que Gianni Infantino tem todas as qualidades necessárias para enfrentar os grandes desafios que se perfilam e para liderar a organização num caminho de reformas restaurador da integridade e credibilidade da FIFA", pode ler-se no comunicado.

Na promoção do seu funcionário, a UEFA escreve ainda: "Gianni tem feito um grande trabalho na UEFA, tem um registo histórico comprovado como administrador de classe mundial e construiu relações positivas com parceiros do futebol à escala global."

E explica porque entende ser uma boa escolha: "Há muito tempo que tem sido um defensor da necessidade de mudança e de um renovado desenvolvimento na FIFA e trará uma voz refrescante e esclarecida para a gestão do organismo que superintende o futebol a nível mundial."

Gianni Infantino ocupa o cargo de secretário-geral da UEFA desde Outubro de 2009 e tornou-se no sétimo a apresentar a sua candidatura.

Também hoje, o presidente da Confederação Asiática de Futebol (AFC), o xeque Salman bin Ebrahim Al Khalifa, formalizou a sua candidatura.

Candidatura que se junta às candidaturas do presidente da UEFA, o francês Michel Platini, também suspenso por 90 dias pelo Comité de Ética e cuja candidatura a UEFA não revela se se mantém, do jordano Ali bin al Hussein, do francês Jerôme Champagne, do ex-futebolista e antigo capitão da seleção de Trindade e Tobago David Nakhid e do sul-africano Tokyo Sexwale.

Em contraponto e também hoje, o empresário sul-coreano Chung Mong-Joon desistiu oficialmente da corrida à presidência do organismo, por não reunir as condições para a formalizar, tendo em conta que foi suspenso por seis anos.

O empresário, acionista da Hyundai, foi suspenso também pelo Comité de Ética da FIFA, que o fez igualmente ao presidente da FIFA, Joseph Blatter, ao presidente da UEFA, o francês Michel Platini, e ao secretário-geral da FIFA, o francês Jerôme Valcke, estes por 90 dias.

Lusa

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