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Corrupção na FIFA

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FIFA anuncia sete candidatos à presidência, Platini é um deles

A FIFA anunciou hoje a existência de sete candidatos à presidência do organismo, cujas eleições estão agendadas para 26 de fevereiro e depois de na segunda-feira ter terminado o prazo de entrega de propostas.

As 11 pessoas suspensas de todas as atividades ligadas ao futebol são, além de Figueredo e Webb, Eduardo Li, Júlio Rocha, Costas Takkas, Jack Warner e o seu filho Daryll Warner, Rafael Esquivel, José Maria Marin, Nicolás Leoz e Chuck Blazer, antigo homem forte do futebol dos Estados Unidos, ex-membro do Comité Executivo da FIFA e alegado informador da procuradoria norte-americana.

As 11 pessoas suspensas de todas as atividades ligadas ao futebol são, além de Figueredo e Webb, Eduardo Li, Júlio Rocha, Costas Takkas, Jack Warner e o seu filho Daryll Warner, Rafael Esquivel, José Maria Marin, Nicolás Leoz e Chuck Blazer, antigo homem forte do futebol dos Estados Unidos, ex-membro do Comité Executivo da FIFA e alegado informador da procuradoria norte-americana.

Michael Probst / AP

De acordo com a FIFA, os candidatos são Ali Bin Al Hussein, Musa Bility, Jerome Champagne, Gianni Infantino, Michel Platini, Salman bin Ebrahim Al Khalifa e Tokyo Sexwale.

Os sete concorrem à sucessão do suíço Joseph Blatter, que preside ao organismo desde 1998 e se encontra suspenso por 90 dias pelo Comité de Ética da FIFA por alegado envolvimento no escândalo de corrupção que abala o organismo desde maio.

O príncipe jordano Ali bin Al Hussein, um antigo-vice presidente da FIFA que se apresentou a votos no último ato eleitoral, mas acabou por abandonar a corrida depois de perder na primeira volta para Blatter, volta a candidatar-se.

Na corrida à sucessão de Blatter estão também o presidente da UEFA, o francês Michel Platini, igualmente suspenso provisoriamente pela FIFA por 90 dias, e o secretário-geral da UEFA, o suíço Gianni Infantino, que conta com o apoio oficial do organismo que gere o futebol europeu.

Entre os candidatos figuram também o francês Jérôme Champagne, que trabalhou na FIFA entre 1999 e 2010, o xeque Salman bin Ebrahim Al Khalifa, presidente da Confederação Asiática de Futebol (AFC), o sul-africano Tokyo Sexwale, membro do comité antirracismo da FIFA, e o presidente da Federação Liberiana de Futebol (LFA), Musa Bility.

As eleições na FIFA foram precipitadas pela demissão de Joseph Blatter, poucos dias depois de ter sido reeleito para um quinto mandato à frente da FIFA.

Na formalização dos candidatos, a FIFA não inclui o ex-futebolista e capitão da seleção de Trindade e Tobago, David Nakhid, que na última semana tinha anunciado a sua candidatura.

No comunicado, a FIFA explica ainda que a candidatura de Michel Platini "não será processada pela comissão eleitoral" enquanto se mantiver a suspensão ao presidente da UEFA.

"Assim que a suspensão for levantada ou expirar antes das eleições presidenciais para a FIFA, a comissão eleitoral decidirá, em função do momento em que estiver, como proceder em relação à candidatura em questão", diz a FIFA.

Em relação às outras propostas, competirá agora à comissão eleitoral encaminhá-las para a câmara de investigação do Comité de Ética para avaliação da sua integridade e se estão em conformidade com os regulamentos.

Será da competência do Comité de Ética, após análise das candidaturas, fornecer documentação de cada uma, mas sem tomar parte, devolvendo os 'dossiers' à comissão eleitoral, que formalmente aceitará e oficializará os candidatos.

Lusa

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