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Corrupção na FIFA

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Platini diz que quer lutar contra a injustiça de que foi vítima

O francês Michel Platini afirmou hoje que quer lutar contra a injustiça de que foi vítima, ao ser suspenso por oito anos de toda a atividade ligada ao futebol.

Joseph Blatter e Michel Platini.

Joseph Blatter e Michel Platini.

© Arnd Wiegmann / Reuters

"Não estou a lutar pelo meu futuro, estou a lutar contra uma injustiça", afirmou Platini, presidente suspenso da UEFA, à entrada da sede da FIFA, onde irá ser hoje analisado o recurso que interpôs contra a sua suspensão.

Platini, que foi suspenso pela FIFA a 21 de dezembro e acusado de "abuso de posição" e "conflito de interesses", garantiu caso se sentisse culpado estaria "escondido na Sibéria".

"Se me sentisse culpado de alguma coisa, estaria na Sibéria escondido e com vergonha", afirmou aos jornalistas.

O Comité de Ética suspendeu Platini e Joseph Blatter, presidente demissionário da FIFA, por oito anos de toda a atividade ligada ao futebol, devido a um pagamento considerado ilegal.

Em causa está um pagamento de 1,8 milhões de euros em 2011 de Blatter a Platini, por alegados serviços de consultadoria prestados em 2002. O pagamento em 2011 por serviços prestados em 2002 foi efetuado com base num contrato verbal, de acordo com Platini, um tipo de compromisso aceite na Suíça.

Hoje, a Comissão de Recurso da FIFA vai analisar o recurso interposto por Michel Platini, que devido a esta suspensão se retirou da corrida à presidência da FIFA, devendo debruçar-se na terça-feira sobre o recurso apresentado por Joseph Blatter.

Lusa

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