sicnot

Perfil

Corrupção na FIFA

Corrupção na FIFA

Corrupção na FIFA

Blatter ganhou 3,28 milhões de euros em 2015 como presidente da FIFA

É a primeira vez que o ordenado de Sepp Blatter é revelado: 3,28 milhões de euros em 2015, uma média de 270 mil euros por mês, indicou hoje a estrutura máxima do futebol mundial.

© Arnd Wiegmann / Reuters

A FIFA revelou ainda perdas de 107 milhões euros em 2015, o primeiro défice desde 2002, devido a "custos imprevisíveis com as circustâncias extraordinárias que aconteceram", diz o organismo, referindo-se ao escândalo de corrupção.

Joseph Blatter foi inicialmente suspenso por oito anos de toda a atividade no futebol pelo Comité de Ética da FIFA, tendo depois recorrido para o Comité de Apelo, que reduziu a pena para seis anos. Hoje apresentou recurso junto do Tribunal Arbitral do Desporto, anunciou a mais alta instância jurídica desportiva.

"O senhor Blatter pretende anular a sentença decretada pelo Comité de Apelo da FIFA, que o suspendeu por seis anos de toda a atividade relacionada com o futebol, nacional e internacionalmente", refere a nota distribuída pelo TAS.

Blatter foi punido por um controverso pagamento, considerado ilegal, de 1,8 milhões de euros em 2011, por alegado trabalho de consultadoria realizado por Michel Platini, nove anos antes, em 2002.

O presidente suspenso da UEFA recebeu um castigo idêntico na segunda instância da FIFA e também já recorreu para o TAS.

  • Trabalharia horas extra sem ser pago? E feriados?  
    1:25
  • UE dá "luz verde" para início das negociações do Brexit

    Brexit

    Os 27 Estados-membros da União Europeia aprovaram esta segunda-feira a autorização para o início das negociações do Brexit, indicando formalmente o final de junho para início do processo de saída do Reino Unido, que se prolongará por dois anos.

  • Regras secretas do Facebook permitem divulgação de imagens violentas

    Mundo

    A política interna da empresa Facebook defende que nem todos os vídeos violentos publicados na rede social devem ser apagados porque "não quer censurar ou punir pessoas em perigo". A revelação é feita pelo jornal britânico The Guardian após uma investigação em que conseguiu ter acesso ao manual interno.