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Queda do BES

Governador do Banco de Portugal diz que fará tudo para melhorar a supervisão

Governador do Banco de Portugal diz que fará tudo para melhorar a supervisão

Carlos Costa recusa que o caso BES marque os últimos cinco anos que esteve à frente do Banco de Portugal. Ouvido no Parlamento, o Governador, que já foi convidado por Passos Coelho para continuar no cargo, disse que não quer ser juiz em causa própria, mas espera que lhe seja reconhecido o valor.

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    O governador do Banco de Portugal (BdP) revela que há mais quatro processos de contraordenação contra ex-administradores do BES, que devem estar fechados no próximo ano. Carlos Costa confirmou ainda que há 18 arguidos acusados de gestão ruinosa e falsas informações prestadas ao supervisor. É o resultado dos processos de contraordenação abertos pelo Banco de Portugal à venda de papel comercial de uma das empresas do Grupo Espírito Santo aos balcões do antigo BES.

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