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BE diz que adiar venda do Novo Banco é "tentar disfarçar antes das eleições gigantesco buraco"

A porta-voz do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, disse hoje que adiar a venda do Novo Banco para momento oportuno é "tentar disfarçar antes das eleições o gigantesco buraco que está a ser feito no bolso dos contribuintes".

© Rafael Marchante / Reuters

"Que venham agora a pouco tempo das eleições dizer que a venda vai ser adiada para momento oportuno entendamos: oportuno é para tentar disfarçar antes das eleições o gigantesco buraco que está a ser feito no bolso dos contribuintes com este processo de resolução e com esta venda que o Governo está a tentar fazer", afirmou Catarina Martins, num almoço, em Lisboa, com sindicalistas e ativistas laborais que apoiam a lista do BE às legislativas.

A porta-voz do BE adiantou que "o Banco de Portugal ao dizer que quer adiar a venda do Novo Banco para um momento mais oportuno sabemos que o sonho da direita, de um Governo, uma maioria, um presidente conta também agora com um banco central no bolso para poder fazer propaganda eleitoral".

Hoje, o Banco de Portugal reiterou que iniciou negociações com os potenciais compradores que apresentaram propostas vinculativas na fase III do processo de venda do Novo Banco, remetendo para momento oportuno o resultado desse processo negocial que "está a desenvolver".

A agência Lusa contactou o Banco de Portugal na sequência da notícia hoje divulgada pelo Diário Económico, segundo o qual "a venda do Novo Banco deverá ser adiada para depois das eleições", tendo em conta que "a oferta final da chinesa Fosun prevê um encaixe líquido de apenas 1,5 mil milhões de euros, metade da fasquia mínima pretendida pelo BdP" [Banco de Portugal].

Depois de as negociações entre o Banco de Portugal e a chinesa Anbang terem falhado, o supervisor iniciou negociações com a Fosun.

O fundo norte-americano Apollo foi um dos candidatos que também apresentou uma proposta vinculativa na fase III do processo de venda do Novo Banco.

Lusa

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