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Sindicatos vão tentar salvar maior número de postos de trabalho do Novo Banco

A Federação do Sector Bancário (Febase) referiu hoje, em comunicado, que vai tentar salvaguardar o maior número possível de postos de trabalho no Novo Banco.

© Hugo Correia / Reuters

"Como sempre fizeram em reestruturações em outras instituições, os sindicatos da Febase vão tentar salvaguardar o maior número possível de postos de trabalho no Novo Banco e defender os seus trabalhadores", refere a Febase, filiada na União Geral dos Trabalhadores.

A equipa de gestão do Novo Banco esclareceu hoje que a reestruturação da entidade vai implicar a saída de até 500 trabalhadores.

No comunicado, divulgado após uma reunião com a administração do Novo Banco para obter esclarecimentos sobre o processo de reestruturação, a Febase refere também que foram feitas "propostas no sentido de minimizar os efeitos negativos" e que uma nova reunião vai ser agendada para as debater.

"Os sindicatos e os respetivos serviços jurídicos estão à disposição dos trabalhadores para qualquer esclarecimento de que necessitem", acrescenta.

O Novo Banco anunciou quarta-feira prejuízos de 980,6 milhões de euros no exercício de 2015.

O banco liderado por Stock da Cunha diz que este resultado é "reflexo do elevado nível de provisionamento essencialmente para crédito a clientes, títulos e imóveis", no valor de 1.054,4 milhões de euros, e ainda da "anulação da totalidade dos prejuízos fiscais reportáveis relativos ao ano de 2013", de 160 milhões de euros.

O Novo Banco foi criado no início de agosto de 2014 na sequência da resolução do Banco Espírito Santo (BES).

Logo no início da sua atividade, entre 04 de agosto e dezembro de 2014, o Novo Banco teve prejuízos de 467,9 milhões de euros, a que se somam pelo menos mais cerca de 3.600 milhões de euros negativos que o BES tinha tido no primeiro semestre de 2014.

Lusa

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