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Queda do BES

Salgado terá escondido parte da dívida do Grupo Espírito Santo

Salgado terá escondido parte da dívida do Grupo Espírito Santo

Ricardo Salgado foi condenado pelo Banco de Portugal a pagar 4 milhões de euros e não vai poder voltar ao setor financeiro durante 10 anos. O Expresso deste sábado revela as conclusões do processo de contra-ordenação, que descobriu os culpados pela ocultação da dívida do grupo. Salgado, líder do império Espírito Santo, é responsável por cinco ilegalidades: entre elas, gestão ruinosa e falsas informações. Salgado terá dado ordens, desde 2008, para esconder parte da dívida do Grupo Espírito Santo. O Banco de Portugal concluiu que foi Ricardo Salgado quem mandou vender dívida da ESI nos balcões do BES.

  • Ricardo Salgado condenado por gestão ruinosa e falsas informações
    1:57

    Queda do BES

    Ricardo Salgado foi condenado pelo Banco de Portugal a pagar 4 milhões de euros e fica ainda inibido de voltar ao setor financeiro durante 10 anos. O Expresso de amanhã revela todos os pormenores do processo de contraordenação, que descobriu os culpados pela ocultação da dívida do Grupo Espírito Santo. Salgado, líder do império Espírito Santo, é responsável por cinco ilegalidades: práticas de atos de gestão ruinosa com dolo, prestação de informações falsas, violação das regras sobre conflitos de interesses, por não ter avançado com um sistema de gestão de risco sólido e eficaz com dolo e, ainda por não ter implementado um sistema de informação com dolo.

  • Depois do Fogo
    23:30

    Reportagem Especial

    Foi o incêndio mais mortífero de que há memória. No dia 17 de junho, as chamas apanharam desprevenidos moradores de vários concelhos e fizeram pelo menos 64 mortos. O incêndio prolongou-se durante vários dias deixando um rasto de histórias de perda e de sobrevivência, mas também de solidariedade de um sem número de pessoas anónimas.

  • "A menina agora volta para casa. Nós não." 

    Foi o desabafo do Cesário que me fez escrever qualquer coisa sobre o que vivi na última semana. Eram dez e pouco da noite, tinha acabado a vigília de homenagem às vítimas em Figueiró dos Vinhos e ele ainda tinha na mão um balão branco que àquela hora já só estava meio cheio. Era o último dia de uma longa e dura jornada de trabalho e estávamos a arrumar as coisas para no dia seguinte regressarmos a Lisboa.

    Débora Henriques

  • Pagar IMI a prestações e um Documento Único Automóvel mais pequeno

    País

    O programa Simplex + 2017 é apresentado hoje à tarde e recebeu mais de 250 propostas de cidadãos ao longo dos últimos meses. As novas medidas preveem o pagamento em prestações do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e a criação de um simulador de custos da Justiça, que devem estar em vigor no próximo ano.

  • "A culpa morre sozinha?"
    0:41

    Opinião

    Luís Marques Mendes não acredita que o Ministério Público não formule uma acusação de homicídio por negligência e que não haja demissões na sequência do incêndio de Pedrógão Grande. O comentador da SIC debateu o tema este domingo no Jornal da Noite da SIC.

    Luís Marques Mendes

  • Cinco anos depois do incêndio na Serra do Caldeirão
    5:24

    País

    Pedrógão Grande fez reviver o drama vivido pelas gentes da Serra do Caldeirão no verão de 2012. Falta de bombeiros, moradores retirados à força, casas e floresta destruídas são semelhanças que encontram nestes dramas separados por cinco anos.

  • Novo avião da TAP com pintura retro
    0:36

    Economia

    O novo avião da TAP chama-se "Portugal", tem uma pintura retro e vai sobrevoar os céus do pais a partir desta segunda-feira. A companhia aérea explica que o nome e a pintura são uma forma de homenagear a ligação histórica entre a empresa e o país.