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Crise na Grécia

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Governo grego quer avançar com "sistema de lotaria" como o de Portugal

O governo grego pretende avançar com um "sistema de lotaria" para incentivar os consumidores a pedirem fatura com número de contribuinte, seguindo o exemplo de Portugal, refere a mais recente lista de medidas que Atenas enviou a Bruxelas. 

O governo liderado por Alexis Tsipras estima encaixar entre 270 e 600 milhões de euros com a medida em 2015 e adianta que vai solicitar "cooperação e assistência" às autoridades destes países e a outras entidades europeias para "acelerar o processo".

O governo liderado por Alexis Tsipras estima encaixar entre 270 e 600 milhões de euros com a medida em 2015 e adianta que vai solicitar "cooperação e assistência" às autoridades destes países e a outras entidades europeias para "acelerar o processo".

© Alkis Konstantinidis / Reuters

De acordo com este documento, datado de março de 2015 e que está a ser avançado pelo Financial Times, entre as medidas que as autoridades gregas preveem implementar está "um sistema de lotaria para compensar os consumidores por pedirem recibo, tal como implementado recentemente em Portugal, na Eslováquia e em Malta".

O governo liderado por Alexis Tsipras estima encaixar entre 270 e 600 milhões de euros com a medida em 2015 e adianta que vai solicitar "cooperação e assistência" às autoridades destes países e a outras entidades europeias para "acelerar o processo".

Na lista, Atenas elenca e quantifica mais de 20 medidas a adotar ainda durante este ano, prevendo arrecadar ao todo no mínimo 4.684 milhões de euros e no máximo 6.111 milhões de euros.

Uma das medidas com que o governo helénico estima conseguir mais receitas em 2015 é a intensificação de auditorias às transferências bancárias e às entidades 'offshore' (entre 725 e 875 milhões de euros), seguindo-se o sistema de lotaria para contribuintes que peçam fatura (no máximo 600 milhões de euros) e as iniciativas para aumentar as receitas (ate 450 milhões de euros).

O documento do executivo grego prevê ainda uma série de medidas de combate à fraude, nomeadamente no que se refere ao comércio ilegal de combustíveis, tabaco e álcool (cujas receitas poderão ascender aos 400 milhões de euros este ano) e ao não pagamento do IVA (antecipando um encaixe de até 420 milhões de euros).

Além disso, está também previsto que a regulação do jogo 'online' renda entre 125 e 175 milhões de euros ao longo deste ano.
Lusa
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