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Governo grego rejeita ultimato da UEFA e da FIFA por causa de lei sobre Desporto

O vice-ministro grego dos Desportos, Stavros Kontonis, rejeitou esta quarta-feira o ultimato da UEFA e da FIFA, que ameaçaram banir as equipas gregas das competições internacionais se o parlamento helénico aplicar a nova legislação sobre o Desporto.

A UEFA e a FIFA acusaram as autoridades gregas de intromissão no futebol com o novo projeto-lei destinado a combater a violência no desporto e de violação das prerrogativas da Federação Grega de Futebol. (Arquivo)

A UEFA e a FIFA acusaram as autoridades gregas de intromissão no futebol com o novo projeto-lei destinado a combater a violência no desporto e de violação das prerrogativas da Federação Grega de Futebol. (Arquivo)

© Laszlo Balogh / Reuters

"Não vamos mudar a filosofia da lei em relação ao desporto. A supervisão da UEFA e da FIFA sobre o futebol grego falhou", advertiu Kontonis em declarações ao canal de televisão grego Mega, em resposta a um faxe hoje enviado à Federação helénica pelas duas instituições que regem o futebol europeu e mundial. 

A UEFA e a FIFA acusaram as autoridades gregas de intromissão no futebol com o novo projeto-lei destinado a combater a violência no desporto e de violação das prerrogativas da Federação Grega de Futebol.

"Se a lei for aprovada tal como está proposta, não teremos outra escolha a não ser levar este caso à atenção dos serviços competentes da FIFA e UEFA para sanções imediatas, incluindo a suspensão da Federação grega de futebol", pode ler-se na carta assinada pelos secretários-gerais da FIFA, Jérôme Valcke, e da UEFA, Gianni Infantino. 

Nessa carta conjunta, as duas instituições fazem saber que tal suspensão significaria que nenhuma equipa ou clube gregos poderiam participar nas competições organizadas pela FIFA e pela UEFA.

O Governo grego apresentou em fim do março um projeto-lei no parlamento para combater severamente a violência no desporto.

Com a nova lei, as autoridades gregas podem impor multas que variam entre 10 mil e 25 milhões de euros para responsáveis por incidentes violentos, pedir o adiamento ou cancelamento de eventos desportivos e interditar das competições europeias os clubes prevaricadores.

O projeto-lei também prevê um melhor enquadramento para emissão de bilhetes e penalidades para os órgãos de comunicação social que incitem à violência.

Kontonis revelou que irá ter uma reunião com representantes da FIFA e da UEFA no final do mês para chegar a um acordo, mas sublinhou que "não aceita ultimatos".

O vice-ministro dos Desportos disse ainda que, não obstante os inconvenientes que decorrem das divergências com a UEFA e a FIFA, o Governo irá criar as condições para manter sob controlo todos os aspetos que envolvem o desporto na Grécia. A lei deve ser aprovada no início de maio.

Lusa
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