sicnot

Perfil

Crise na Grécia

Crise na Grécia

Crise na Grécia

Princípio de acordo entre credores mas Grécia não cede

O primeiro-ministro grego e os credores internacionais chegaram esta manhã a um princípio de acordo entre as várias instituições credoras da Grécia, mas os gregos não terão aceite as condições da Comissão Europeia, do BCE e do FMI. Os documentos técnicos aprovados seguem agora para a reunião do Eurogrupo, para validação pelos ministros das Finanças da zona euro.

JULIEN WARNAND

O encontro teve início às 9:00 horas (10:00 horas em Lisboa) na sede da Comissão Europeia e nele participaram, além de Alexis Tsipras, os presidentes do executivo comunitário, Jean-Claude Juncker, do Banco Central Europeu (BCE, Mario Draghi, e do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e o responsável pelo Mecanismo Europeu de Estabilidade, Klaus Regling. 

As mesmas personalidades reuniram-se por duas vezes na quarta-feira, sem que se tenha chegado a qualquer acordo sobre a entrega de uma parcela de 7,2 mil milhões de euros da ajuda externa à Grécia, ma próxima terça-feira, dia em que Atenas tem que pagar 1,6 mil milhões de euros de empréstimos ao FMI, sem que tenha dinheiro para isso. 

Os encontros multiplicam-se com o aproximar da hora do início da terceira reunião dos ministros das Finanças da zona euro, marcado para as 13:00 horas (14:00 horas em Lisboa). 


Com Lusa

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.