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Crise na Grécia

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Schulz diz que Europa deve discutir já programa de ajuda humanitária

O presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, defendeu hoje que a União Europeia deve discutir urgentemente um programa de ajuda humanitária à Grécia, para evitar que os cidadãos paguem o preço da "situação dramática" a que o Governo levou o país.

© Yves Herman / Reuters

Numa mensagem-vídeo divulgada em Bruxelas, após ter-se tornado irreversível a vitória do "não" no referendo hoje realizado na Grécia, que admite ter sido "esmagadora", o presidente da assembleia diz que é necessário respeitar a escolha do povo grego.

No entanto, Schulz acrescentou de imediato que o desfecho coloca o país numa situação difícil, até porque considerou falsa a promessa do primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, de que um triunfo do "não" reforça a posição negocial da Grécia.

Considerando "muito difícil e perigosa" a promessa feita pelo ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, de que na terça-feira os bancos já estarão reabertos e já haverá dinheiro, Schulz disse acreditar que o povo grego vai ter dias ainda mais difíceis no futuro imediato.

Por isso, o presidente do Parlamento Europeu defende que, "amanhã [segunda-feira] ou o mais tardar na terça-feira", dia de cimeira da zona euro, a UE deve discutir "um programa de ajuda humanitária para a Grécia".

"Os cidadãos comuns, os pensionistas, os doentes ou as crianças nos infantários não devem pagar o preço da situação dramática em que se encontra o país e a que o Governo levou agora o país", afirmou.

"É necessário imediatamente um programa humanitário e espero que o Governo grego apresente nas próximas horas propostas reais e construtivas, permitindo que seja possível renegociar. Caso contrário, entraremos em tempos muito difíceis e ainda mais dramáticos", advertiu.

Apontando que há que respeitar o processo democrático na Grécia, Schulz lembrou que há "governos e parlamentos democráticos" nos outros 18 países da zona euro, pelo que cabe ao Governo de Tsipras apresentar agora propostas e convencer os outros membros da zona euro e as instituições de que "é necessário, possível e mesmo eficaz" retomar as negociações.

 

Lusa

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