sicnot

Perfil

Crise na Grécia

Crise na Grécia

Crise na Grécia

Alexis Tsipras exclui possibilidade de formar governo de união nacional

O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, que renunciou ao cargo abrindo caminho para eleições antecipadas, excluiu hoje a possibilidade de formar um governo de coligação com os partidos de esquerda ou direita, caso não obtenha a maioria absoluta.

Petros Giannakouris

Alexis Tsipras assegurou, numa entrevista dada ao canal de televisão Alpha, que não se ia "tornar o primeiro-ministro a cooperar com a Nova Democracia [direita]", com o partido socialista Pasok e o partido centro-esquerda To Potami, que considerou como "partes de governos precedentes".

O dirigente do partido radical Syriza e primeiro-ministro anunciou a sua demissão na quinta-feira, dando origem a eleições legislativas na Grécia, as segundas este ano e as quintas dos últimos seis anos.

Tsipras, que assinou um acordo com os seus parceiros europeus para um terceiro plano de ajuda internacional de 86 mil milhões de euros, é confrontado com a recusa de alguns deputados do Syriza sobre as condições deste novo plano, que afirmam ser exatamente o oposto do programa do partido.

O líder de Syriza justificou a sua decisão de aceitar as condições impostas por credores da Grécia pela necessidade de evitar o "conflito civil" no país e reagiu mostrando indignação e tristeza pela guerra que se estava a instalar dentro do seu partido.

"A saída da zona do euro teria sido um desastre económico", continuou.

Apesar de tudo, Tsipras continua popular na Grécia, contudo é difícil prever se conseguirá obter maioria absoluta nas próximas eleições, ou se será um aliado do novo governo.

Vinte e cinco membros do partido radical decidiram na sexta-feira formar um novo partido político - a Unidade Popular, liderado pelo eurocético Panagiotis Lafazanis, ex-ministro da Energia, Ambiente e da Reconstrução Produtiva.

Lusa

  • Não houve negligência médica no caso do jovem em São José
    2:33

    País

    Afinal, não houve negligência médica no caso do jovem que morreu há cerca de um ano no Hospital de São José, vítima de um aneurisma. Esta é a conclusão da Ordem dos Médicos e dos peritos do Instituto de Medicina Legal. Segundo o jornal Expresso, todos os relatórios relatórios pedidos pelo Ministério Público e pelo Centro Hospitalar de Lisboa Central dizem que o corpo clínico do hospital não teve responsabilidades na morte de David Duarte.

  • Jovens estariam de fones e poderão não ter ouvido comboio a aproximar-se
    1:47

    País

    As adolescentes, de 13 e 14 anos, encontradas mortas junto à linha do norte perto de Coimbra podem não ter ouvido a aproximação do comboio, uma vez que estariam de auriculares. Os corpos só foram descobertos 36 horas depois do desaparecimento das jovens, aparentemente vítimas de um descuido fatal.

  • "Nobel é um incentivo para toda uma nação"
    1:19