sicnot

Perfil

Crise na Grécia

Crise na Grécia

Crise na Grécia

Grécia e credores chegam a acordo sobre nova série de reformas

A Grécia e os credores da zona euro acordaram hoje sobre uma nova série de reformas para que sejam libertados mais dois mil milhões de euros, da ajuda de 86 mil milhões de euros decidida no verão.

Lefteris Pitarakis/ AP (Arquivo)

"Chegámos a acordo sobre o próximo pacote de medidas que vão ser implementadas, espero que até meados de outubro, para permitir a libertação de dois mil milhões de euros" antes do final do ano, disse hoje em conferência de imprensa, no Luxemburgo, o presidente do eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem.

Os credores de Atenas vão realizar uma avaliação ao programa de reforma ainda este mês.

O eurogrupo fez hoje um balanço sobre a implementação das medidas solicitadas a Atenas em troca de ajuda financeira, enquanto o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, apresentava as grandes linhas da sua política económica e social para os próximos quatro anos no parlamento grego.

Até ao final deste mês, o Governo grego precisar de adotar um orçamento retificativo para 2015, novos cortes nas pensões, uma reforma do imposto sobre os rendimentos e um aumento da carga fiscal dos agricultores.

Desde o verão, Atenas já recebeu 13 mil milhões de euros, mas aquele montante foi utilizado principalmente para reembolsar o Banco Central Europeu.

Lusa

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.