sicnot

Perfil

Crise na Grécia

Crise na Grécia

Crise na Grécia

FMI teme que Grécia tenha dificuldades em pagar dívida a partir do fim de março

O FMI teme que a Grécia tenha dificuldades em pagar a sua dívida pública a partir de finais de março e pede a Atenas para executar reformas, apesar da pressão a que está sujeita devido à crise dos refugiados.

© Yannis Behrakis / Reuters

Segundo noticia hoje a revista alemã Der Spiegel, o Fundo Monetário Internacional (FMI) está particularmente preocupado com a disponibilidade de muitos países da União Europeia para dar flexibilidade ao Governo grego no que diz respeito ao cumprimento dos compromissos assumidos no âmbito do terceiro programa de resgate, uma vez que os Estados-membros compreendem os esforços feitos pela Grécia perante os milhares de refugiados que chegam regularmente ao país.

A instituição sediada em Washington teme que isto afete a controversa reforma das pensões e insiste no cumprimento das reformas acordadas, ao mesmo tempo que continua a bloquear o relatório sobre os progressos feitos pelo país, pendente há muito tempo e que poderia levar à participação do FMI no terceiro pacote de resgate helénico.

Os especialistas do FMI lembram que a Grécia se comprometeu a alcançar um excedente orçamental de 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e cortes nas pensões.

Lusa

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.