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Guerra das Estrelas

Destruir a "Estrela da Morte" foi o maior erro da "Aliança Rebelde"

Não é preciso esperar por 18 de dezembro para saber o que aconteceu depois de a "Aliança Rebelde" ter destruído a segunda "Estrela da Morte" na saga "Guerra das Estrelas". Basta ler um relatório do professor de finanças Zachary Feinstein, da Universidade Washington, EUA, para saber que foi um enorme erro económico-financeiro.

No "Episódio VI: O regresso de Jedi", a "Aliança Rebelde" destruiu as estações espaciais do inimigo visceral, derrotou o líder, o Imperador Palpatine, e destituiu o seu Governo. No final do episódio, o "Império Galáctico" estava em ruínas. Bem como todo o sistema financeiro da galáxia.

No estudo intitulado "É uma armadilha: o veneno do Imperador Palpatine", o professor Zachary Feinstein diz que o "Império Galáctico" gastou demasiado dinheiro nas duas estações espaciais "Estrelas da Morte" pelo que a destruição deu origem a uma "depressão económica e crise financeira de proporções galácticas".

Aplicando os modelos económicos e análises de risco utilizados na Terra para analisar a economia galáctica, e estabelecendo memo um Produto Galáctico Bruto - semelhante ao PIB dos países terrestres - o professor concluiu que a "Aliança Rebelde" teria de salvar o setor bancário para impedir o colapso económico.

"Este projeto propunha-se analisar a economia galáctica e o setor bancário", explicou Feinstein ao site phys.org. "Depois foi só aplicar a minha investigação para medir o risco financeiro para determinar o resgate".

Será necessário ver o "Episódio VII: o Despertar da Força" para sabermos se foi restaurada a vitalidade económica da galáxia.

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