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Centrais sindicais convocam manifestações pró-Lula da Silva para amanhã

Centrais sindicais e movimentos sociais pró-governo da Presidente do Brasil convocaram para sexta-feira várias manifestações no país, em defesa do ex-chefe de Estado Lula da Silva, que hoje tomou posse como ministro da Presidência

© Paulo Whitaker / Reuters

Em São Paulo, a manifestação contará com a participação do próprio Lula da Silva, de acordo com a Central Única de Trabalhadores (CUT), que apoia as manifestações.

A Frente Brasil Popular, que reúne mais de 60 organizações, encabeça a convocatória, que tem o apoio do Partido dos Trabalhadores (PT), no poder, da CUT e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

"Temos um grande desafio: chegar às ruas em todo o país, no dia 18, na sexta-feira, em defesa da democracia, dos presidentes Lula e Dilma, contra o golpe e por mudanças na economia", afirmou o presidente do PT, Rui Falcão, assinalando que ninguém pode faltar à convocatória.

Lula da Silva está a ser investigado no caso de corrupção na petrolífera estatal Petrobras, tendo sido acusado formalmente de crimes de branqueamento de dinheiro e falsificação de documentos.

O Ministério Público de São Paulo pediu a sua prisão preventiva, pedido que deverá ser analisado por um juiz.

Com a nomeação para ministro da Presidência, o ex-Presidente brasileiro passa a gozar de alguma imunidade jurídica, com as investigações a poderem apenas ser conduzidas pelo Supremo Tribunal.

Um juiz de Brasília determinou hoje, no entanto, a suspensão cautelar da sua nomeação.

Na quarta-feira, depois de a Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, ter anunciado a nomeação de Lula da Silva como ministro da Presidência, centenas de pessoas contra o Governo saíram novamente às ruas de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, em protesto.

As mobilizações em defesa de Lula pretendem responder aos protestos da oposição do Governo, que, no domingo, segundo a polícia, juntaram 3,6 milhões de pessoas em todo o país, dos quais 1,4 milhões só na Avenida Paulista, em São Paulo.

Lusa

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