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Governo brasileiro teme violência no dia da votação do processo de destituição de Dilma

O Ministro da Justiça do Brasil, Eugênio Aragão, disse que a realização simultânea de manifestações, contra e pró-Governo, defronte do Congresso Nacional no dia da votação do pedido de destituição da Presidente Dilma Rousseff pode descambar em violência.

© Lunae Parracho / Reuters

Na semana passada, um muro feito de chapas de aço foi instalado na área pelo Governo do Distrito Federal para tentar evitar confrontos entre os manifestantes.

Segundo informações do jornal Valor Econômico, o ministro da Justiça considerou a medida insuficiente e foi enfático ao afirmar que separar os dois grupos com um muro não é uma boa ideia porque ficarão muito próximos.

Para Eugênio Aragão, toda a zona da Esplanada dos Ministérios deveria ser fechada, e os protestos contra e pró-Governo na cidade de Brasília teriam que ser realizados em locais diferentes e distantes entre si.

A notícia da Valor Económico destaca, ainda, que o Palácio do Planalto foi alertado sobre graves riscos, com informações do sector de inteligência que referem a possibilidade de algum manifestante atirar querosene e atear fogo no espelho de água existente no local.

Desde o final do ano passado, Dilma Rousseff é ameaçada por um processo de destituição em curso na Câmara dos Deputados.

A Presidente é acusada de ter cometido um crime de responsabilidade por praticar "pedaladas fiscais" (atraso das transferências de dinheiro do Governo aos bancos para melhorar as contas públicas) e por ter assinado decretos que geraram despesas extras sem a autorização do Congresso.

No próximo domingo, uma votação no plenário da Câmara decidirá se estas acusações prosseguem para o Senado.

Se a Presidente for processada e condenada pelos senadores, será destituída e o vice-Presidente Michel Temer passa a ocupar o cargo.

Nesse caso, Dilma Rousseff também perderá o direito de exercer qualquer cargo público por um período de oito anos.

Lusa

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