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Novo cronograma atrasa votação da destituição de Dilma Rousseff

A comissão especial do "impeachment" da Presidente Dilma Rousseff no Senado (câmara alta do Congresso brasileiro) aprovou esta quarta-feira um novo cronograma para o processo, na sequência do atraso dos trabalhos provocado pela audiência das testemunhas.

© Ueslei Marcelino / Reuters

De acordo com a nova previsão, o depoimento de Dilma Rousseff terá lugar a 6 de julho, sendo que a Presidente com mandato suspenso poderá optar por comparecer ou não na comissão.

O relatório do senador Antonio Anastasia sobre o processo deverá ser votado na comissão a 4 de agosto, uma semana mais tarde do que a previsão inicial, e, posteriormente, deverá ser votado no plenário do Senado a 9 de agosto.

Depois disso, haverá um prazo de até dez dias para marcar o julgamento final de Dilma Rousseff no plenário do Senado.

Dilma Rousseff tem o mandato suspenso desde 12 de maio, por um período de até 180 dias, durante o qual tem de ser julgada pelos senadores.

Se dois terços dos senadores (54) votarem pelo seu afastamento definitivo, o Presidente interino, Michel Temer, assumirá permanentemente a Presidência.

Caso isso não aconteça, Dilma Rousseff volta a comandar os destinos do país.

Lusa

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