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Poiares Maduro compara 2015 e 2011, quando o país estava estagnado

O ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional comparou hoje a situação do país em 2011 e 2015, lembrando que grande parte da estagnação de que fala o líder da oposição aconteceu durante os governos socialistas.

MIGUEL A. LOPES

"Já ouviram seguramente o líder da oposição, António Costa, por vezes falar de que o país regrediu 15 anos. É verdade, ele esquecesse-se é de dizer que essa regressão, grande parte dela, aconteceu durante os Governos socialistas, em particular o Governo de José Sócrates, de que ele é durante um largo período o número dois", afirmou o ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, durante uma 'aula' na Universidade de Verão do PSD, que decorre em Castelo de Vide até domingo.

Recuando até 2011, quando o Governo de coligação PSD/CDS-PP tomou posse, Poiares Maduro lembrou a situação que encontrou, com atividade económica, o investimento e o emprego em forte queda e o "desemprego a subir de forma exponencial".

Por isso, explicou, com um país "quase em bancarrota", não era possível inverter a situação imediatamente.

"Era um bocadinho como um avião que está em queda e um novo piloto assume os comandos. A prioridade tem de ser aterrar em segurança, não vamos ter a expectativa de pôr o avião logo a subir, a entrar em velocidade cruzeiro imediatamente", exemplificou, sublinhando que isto foi o que aconteceu ao país.

Agora, e "depois de anos de muitos sacrifícios", o emprego e a atividade económica estão a crescer, o investimento está a subir a "um ritmo que já não se via há muitos anos" e o endividamento está entrar numa trajetória descendente, referiu.

"Regressámos finalmente a convergir com a Europa", vincou Poiares Maduro, que não integra as listas da coligação PSD/CDS-PP às eleições legislativas de 04 de outubro.

Numa 'aula' em que teve como companheiro de tribuna o secretário de Estado do Desenvolvimento, Castro Almeida, Poiares Maduro fez ainda alusão aos cartazes do PS que têm inscrita a palavra "confiança", gracejando que agora é realmente tempo de confiança, ao contrário do que acontecia em 2011, quando o PS saiu do Governo.

"Invertemos o ciclo negativo em que nos encontrávamos", insistiu, alertando, contudo, que o caminho de recuperação do crescimento "está longe de estar terminado".

No final da 'aula', Poiares Maduro foi questionado pelos jornalistas sobre as eleições presidenciais, mas escusou-se a fazer comentários alegando que falar de presidenciais é "distrair o país da opção fundamental que o país tem de fazer neste momento", numa referência às legislativas de 04 de outubro.

Lusa

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