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Freitas do Amaral apoia PS e António Costa

Diogo Freitas do Amaral defende o voto no PS nas próximas legislativas. Num artigo para a revista Visão, o histórico democrata-cristão escreve que "justiça social em democracia e na Europa, hoje, só com o PS".

"Morreu o 'Patriarca da Democracia'. Ninguém a encarnou melhor do que ele, antes e depois de 1974." Diogo Freitas do Amaral, fundador do CDS, sobre a morte de Mário Soares, 07-01-2017

"Morreu o 'Patriarca da Democracia'. Ninguém a encarnou melhor do que ele, antes e depois de 1974." Diogo Freitas do Amaral, fundador do CDS, sobre a morte de Mário Soares, 07-01-2017

LUSA

O artigo é publicado na edição que vai amanhã para as bancas, mas foi já antecipado no site da Visão.

Freitas do Amaral critica a governação do PSD e CDS-PP e aponta como "principal defeito do atual primeiro-ministro: manipular os números, para poder fugir à verdade plena, sobretudo através de omissões e meias verdades".

O democrata-cristão, que já foi ministro dos Negócios Estrangeiros no primeiro Executivo de José Sócrates, garante que não tenciona pertencer ao PS, mas nutre mais "simpatia" por este partido "do que o atual PSD porque pretende caminhar no sentido de uma maior justiça social, sem quebra dos compromissos europeus assumidos por Portugal".

"Se o PSD foi, e é, o partido da austeridade acima de tudo, o PS apresenta-se (e bem) como o partido do crescimento económico e da criação de emprego, dentro dos necessários equilíbrios financeiros", escreveu Freitas do Amaral.

E conclui que "justiça social em democracia e na Europa, hoje, só com o PS" e uma citação de Churchill: "às vezes é necessário mudar de voto ou de partido, para não ter de mudar de princípios".

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