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Jerónimo pede confiança às mulheres e promete combater nova lei da IVG

O líder da Coligação Democrática Unitária pediu hoje que as mulheres confiem o seu voto à força política que junta PCP e "Os Verdes", prometendo combater as recentes alterações à lei da interrupção voluntária da gravidez (IVG).

Na sua intervenção, Jerónimo de Sousa afirmou que o "Estado da Nação é de um país mais endividado, com mais desemprego, com mais emigração, com mais pobreza e com mais injustiças", considerando que o executivo "governou contra os portugueses e contra o país, mas também contra as promessas que tinha feito".

Na sua intervenção, Jerónimo de Sousa afirmou que o "Estado da Nação é de um país mais endividado, com mais desemprego, com mais emigração, com mais pobreza e com mais injustiças", considerando que o executivo "governou contra os portugueses e contra o país, mas também contra as promessas que tinha feito".

Lusa

Num "Convívio de Mulheres CDU", na Casa do Alentejo, em Lisboa, o secretário-geral comunista destacou o facto de as listas de candidatos a deputados da coligação terem 43% de pessoas do sexo feminino e defendeu o "princípio do salário igual para trabalho igual", "o direito a ser mãe e trabalhadora", "a liberdade às famílias para decidirem o momento e número de filhos", "a prevenção e erradicação da violência doméstica" e a ideia de um "plano de combate à exploração na prostituição".

"Queremos, desde já, anunciar que, entre as primeiras iniciativas da próxima legislatura, apresentaremos uma proposta de revogação destas inaceitáveis alterações", afirmou Jerónimo de Sousa, referindo-se à aprovação pela maioria PSD/CDS-PP de "graves subversões à lei da IVG", que tinha sido "aprovada em 2007 na sequência de um referendo".

Entre várias outras iniciativas descritas, o líder do PCP mencionou o "alargamento do tempo de licença obrigatória de maternidade e paternidade", a "decisão livre, em caso de partilha, sobre período de gozo da licença de 150 ou 180 dias, com pagamento a 100%", licenças específicas para bebés prematuros e outros casos de internamento infantil, bem como extensão de "prazos e montantes de subsídios de assistência a filhos deficientes" ou doentes crónicos, por exemplo.

"Confiem. Confiem nesta força, suas propostas e projeto, pela prova da sua ação e coerência políticas. Confiem nesta grande força que nunca virou a cara à luta, que, sem vacilar, se demarcou e denunciou a ilegítima intervenção externa na vida do país, que esteve sempre do lado certo, dos interesses do país, na defesa da soberania e independência nacionais", apelou.

Lusa

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