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Marinho e Pinto diz que não podem ser os portugueses a socorrer empresas privadas

Marinho e Pinto diz que não podem ser os portugueses a socorrer empresas privadas

Marinho e Pinto entende que não podem ser os portugueses a a socorrer as empresas privadas que vão à falência por má gestão. O candidato do Partido Democrático Republicano defende que é preciso regular o sistema finaneiro com urgência.

  • Défice de 2014 subiu para níveis próximos dos de 2011
    1:52

    Economia

    O défice de 2014 foi corrigido para os 7,2% em vez dos 4,5% previstos, por causa do adiamento da venda do Novo Banco. O agravamento foi confirmado esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística. O valor fica assim próximo do nível de 2011, ano em que a troika chegou a Portugal.

  • Passos desvaloriza agravamento do défice do ano passado
    0:40

    Novo Governo

    Passos Coelho desvaloriza a derrapagem do défice de 2014. O primeiro-ministro explica que se trata apenas de um reporte estatístico sem efeito na vida das pessoas. O líder da coligação Portugal à Frente vai mais longe e diz mesmo que quanto mais tempo o dinheiro emprestado demorar a regressar aos cofres do Estado, mais o país ganhará em juros. O buraco das contas do Estado agravou-se devido ao adiamento da venda do Novo Banco. Como esse dinheiro não entrou nas contas do ano passado, o défice disparou para os 7,2%.

  • Videoamador mostra grupo a atar tocha a um touro
    1:33
  • PJ investiga forma como o FC Porto obteve os e-mails
    1:58

    Desporto

    Enquanto o campeonato português de futebol está de férias do relvado, nos bastidores continua uma guerra aberta por causa dos e-mails. O FC Porto entregou à Polícia Judiciária toda a documentação disponível do chamado caso dos e-mails, que envolve o Benfica num alegado esquema de corrupção. O pedido foi feito pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ. A forma como o FC Porto obteve os e-mails também está a ser investigada pela Polícia Judiciária.

  • Manifestantes bloquearam Caracas

    Mundo

    Milhares de pessoas bloquearam esta sexta-feira as ruas de Caracas e de outras cidades, em protesto contra a repressão e o assassinato de manifestantes pelas forças de segurança.