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Passos apela aos partidos para deixarem de lado os insultos

Passos apela aos partidos para deixarem de lado os insultos

Pedro Passos Coelho apelou aos partidos para deixarem de lado os insultos e as insinuações. O líder da Coligação Portugal à Frente acrescentou, também, que cada vez mais portugueses percebem as políticas aplicadas nos últimos quatro anos.

  • Costa diz que programa da coligação ruiu como "castelo de cartas"
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    Novo Governo

    O PS diz que as contas que serviram de base ao programa da coligação "já ruíram como um castelo de cartas", depois de serem conhecidos os números do défice. Mas apesar da subida ontem conhecida, António Costa rejeita ter de rever o programa socialista, ao mesmo tempo que acusa Passos de "falta de decoro", quando disse que o país está a ganhar em juros.

  • "Para onde foi o dinheiro?", pergunta Jerónimo
    1:51

    Novo Governo

    Jerónimo de Sousa disse ontem à noite que o Governo traiu o povo. Sobre o défice de 7,2%, deixou uma pergunta: "para onde foi o dinheiro?". Numa ação de campanha em Vila Franca de Xira, o líder comunista apelou ao voto na CDU e acusou o PS de colagem à direita.

  • Luís Pina indiciado por quatro crimes de tentativa de homicídio
    2:24
  • Ministro "mais descansado" com relatório sobre Almaraz, ambientalistas contestam
    2:01

    País

    O ministro do Ambiente diz estar mais descansado depois de conhecer o relatório técnico que considera o armazém de resíduos nucleares em Almaraz uma solução adequada. Já as associações ambientalistas e os partidos criticam o parecer positivo à construção e querem ouvir os ministros do Ambiente e dos Negócios Estrangeiros no Parlamento.

  • Marcelo recebido por multidão na Ovibeja
    2:52
  • Líderes europeus unidos para iniciar saída do Reino Unido
    2:08
  • 100 dias de Trump em 04'30''
    4:33

    Pequenas grandes histórias

    Donald Trump tomou posse como 45º Presidente dos EUA dia 20 de janeiro de 2017, faz este sábado, 100 dias. Prometeu grandes mudanças, mas os planos acabaram por chocar de frente com a realidade e a burocracia de Washington, como foi o caso do Obamacare. Foi a primeira ordem executiva que assinou, no dia em que tomou posse, mas a revogação está longe de acontecer.