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Vieira da Silva lembra "frase antiga" para criticar o Governo

O cabeça de lista do PS por Santarém, Vieira da Silva, lembrou hoje uma "frase antiga" para criticar o Governo que "mais aumentou as desigualdades" e agora advoga querer combater esses mesmos desequilíbrios.

"O primeiro-ministro que mais aumentou as desigualdades diz-nos agora que vai dedicar a sua atenção ao combate às desigualdades. E é aí que vem à memória uma frase antiga: pode alguém ser quem não é?", questionou o socialista, que prontamente respondeu à sua própria questão: "Não, não pode".

Vieira da Silva falava num comício em Almeirim, distrito de Santarém, e discursava perante um lotado Cineteatro local, onde todas as cadeiras estavam preenchidas e foram várias as pessoas que escutaram de pé a sua intervenção.

O socialista, ex-deputado e ex-ministro dos governos de José Sócrates, vincou que "não há nenhuma alternativa para a mudança, não há nenhuma alternativa de governo" que não passe por "não votar no PS".

PSD e CDS-PP, prosseguiu, seguem um "exercício de esquecimento de anos que foram dramáticos e marcam ainda infelizmente de forma prolongada a vida de todos" os portugueses.

Passos Coelho "não foi capaz de defender os interesses do país" perante uma crise de que Portugal, diz Vieira da Silva, não foi responsável.

"Pode alguém ser hoje o que não foi capaz de ser durante quatro anos?", insistiu o antigo ministro.

Vieira da Silva falou ainda do anúncio de hoje do primeiro-ministro e presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, de que cerca de 1.200 milhões de euros de fundos europeus serão pagos às empresas até ao final deste mês.

"Por momentos pensei que queria dizer até 04 de outubro. É que até agora não chegou nada", ironizou Vieira da Silva, referindo-se à data das legislativas.

Antes de Vieira da Silva falou o presidente da federação distrital de Santarém do PS, António Gameiro, que lembrou que António Costa, secretário-geral do partido, "honrou sempre a sua palavra", ao contrário de Passos que só nos últimos tempos "veio três vezes ao Ribatejo mentir".

"Só há um voto de alternativa ao Governo: um voto no PS", advogou, descrevendo a alternativa socialista como uma de "rigor", pautada por pessoas que estudaram e se prepararam para ir para o governo.

Antes ainda, o presidente da Câmara de Almeirim, o socialista Pedro Ribeiro, enalteceu a enchente no cineteatro local, um "significado" do que se passa no país.

O autarca pediu uma "maioria absoluta" para "mudar o país" e para as pessoas "voltarem a ter esperança e alegria".

Lusa

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