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Jerónimo de Sousa diz que coligação não vai ter maioria absoluta

Jerónimo de Sousa diz que coligação não vai ter maioria absoluta

Num comício em Sesimbra, Jerónimo de Sousa apostou tudo no apelo ao voto. O líder dos comunistas diz que o PSD e o CDS não vão ter maioria absoluta no próximo domingo. E acusou ainda os socialistas de estarem ausentes do combate político ao Governo nos últimos quatro anos e de desaparecerem da oposição.

  • Livre fez último comício da campanha em Lisboa
    1:20

    Novo Governo

    O Livre fez o último comício da campanha em Lisboa enchendo por completo uma das salas do teatro A Barraca. O partido repetiu o apelo a António Costa para um entendimento de Governo, ao mesmo tempo que o secretário-geral socialista dizia que só aceita acordos pontuais.

  • Marinho e Pinto diz que sondagens privilegiam partidos do sistema
    0:38

    Novo Governo

    Na reação à sondagem feita para a SIC e para o Expresso antes das eleições legislativas, Rui Tavares, do partido Livre/Tempo de Avançar, disse, sem comentar diretamente os resultados, que tem sentido um descontentamento geral para com os partidos tradicionais. Já Marinho e Pinto, do PDR, afirma que as sondagens são feitas para privilegiar os partidos do sistema.

  • Passos acusa Governo de "sacudir água do capote"

    País

    O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, acusou este sábado o Governo de "sacudir a água do capote" para não assumir a responsabilidade pelo que está a ser decidido, usando uma política de comunicação que considerou ser um "embuste".

  • Quase 200 polícias solidários com agentes acusados
    2:29

    País

    Perto de 200 polícias manifestaram-se este sábado na sede da PSP em Alfragide, em solidariedade com os 18 agentes acusados no processo Cova da Moura. O Sindicato Nacional de Polícia associou-se ao protesto e diz existir um aproveitamento político do caso.

  • Polícias ameaçam com protestos no arranque do campeonato
    1:24

    País

    Os agentes da PSP ameaçam boicotar a presença nos jogos do campeonato da Primeira e Segunda ligas que começam em 15 dias. Os agentes colocam em causa o atual modelo de policiamento no futebol, que faz com que muitos dos profissionais da PSP trabalhem sem remuneração em dia de folga.