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Frases da noite eleitoral I

​Seleção de frases que marcaram a noite eleitoral de hoje, após o encerramento da votação para a Assembleia da República.

TIAGO PETINGA

"Todas as projeções que são conhecidas apontam para o facto inequívoco de que a coligação Portugal à Frente teve uma grande vitória nesta noite eleitoral."

Marco António Costa, porta-voz do PSD

"O doutor António Costa teve uma derrota eleitoral. Não perdeu por poucochinho."

Nuno Melo, eurodeputado do CDS/PP

"Vamos aguardar pelo que diz o secretário-geral do PS."

João Soares, dirigente do PS

"O PS não atingiu os seus objetivos. A confirmarem-se os resultados [das projeções], não há maioria parlamentar para nenhuma das candidaturas nestas eleições."

Duarte Cordeiro, diretor da campanha de António Costa

"Surpreende-me este resultado depois destes anos de austeridade."

Álvaro Beleza, dirigente do PS

"Neste momento, estou em estado de choque."

Ana Gomes, eurodeputada do PS

RTP

"Todos os resultados eleitorais têm uma leitura política."

Eurico Brilhante Dias, deputado do PS

"O PS fica muito aquém dos seus objetivos."

Augusto Santos Silva, antigo ministro do PS

"Com ou sem maioria absoluta, é uma grande vitória da coligação. (...) A derrota do PS começa hoje."

Nuno Morais Sarmento, antigo ministro do PSD

"Se se confirmar uma maioria absoluta da coligação é uma má notícia para o país."

Marisa Matias, eurodeputada do BE

"Quem anunciou a morte do Bloco de Esquerda foi francamente exagerado."

Marisa Matias, eurodeputada do BE

"O PCP não divide coisíssima nenhuma."

João Oliveira, deputado do PCP

"A maioria [PSD e CDS/PP] que tinham para fazer o que quiseram deixarem de ter."

João Oliveira, deputado do PCP

"A confirmarem-se estes resultados [das projeções], amanhã é um novo dia de trabalho."

José Pedro Aguiar-Branco, deputado do PSD

"Com estes resultados a coligação não vai fazer as patifarias que fez [nos últimos quatro anos]. "

Correia de Campos, antigo ministro do PS

"Queda da abstenção, vitória da democracia."

Marcelo Rebelo de Sousa, antigo líder do PSD

"O PSD e o CDS/PP perdem a maioria absoluta e esse era um dos nossos grandes objetivos."

Fernanda Mateus, dirigente do PCP

"Este é mau resultado para o PS. (...) Temos que olhar para a pintura toda. Há muito ainda por esclarecer. (...) Se se confirmar uma maioria não absoluta, é sempre uma maioria relativa."

Vieira da Silva, deputado do PS

"Sem António Costa [é difícil] fazer um diálogo à esquerda. Ele é um homem de diálogo."

Helena Roseta, vereadora da Câmara de Lisboa

"António Costa fez um esforço notável nesta campanha."

Ana Gomes, eurodeputada do PS

"A vitória [da coligação] é uma vitória clara, com ou sem maioria absoluta. A coligação tem toda a legitimidade para governar nos próximos quatro anos."

Miguel Relvas, antigo ministro do PSD

"Ali há gato na primeira declaração do PS. O PS não assume a derrota."

Miguel Relvas , antigo ministro do PSD

"[António Costa] não vai sobreviver. Seria uma obscenidade política que o PS mantivesse essa obsessão. Seria impensável que não se tirasse consequências políticas deste resultado."

António Pires de Lima, dirigente do CDS/PP

"O PSD e o CDS tiveram há quatro anos mais de 50% dos votos. A confirmar-se este resultado, dão um trambolhão de mais de 10%. (...) Isto é uma derrota."

João Ferreira, deputado do PCP

"É indiscutível que o PS tem uma pesada derrota. E é também indiscutível que o BE é o grande vencedor da noite."

Fernando Rosas, antigo deputado do Bloco de Esquerda

"O Bloco de Esquerda sai reforçado e com responsabilidade para cumprir o compromisso eleitoral que assumimos: defender salários, defender pensões, defender a dignidade do trabalho, combater a austeridade e combater o empobrecimento."

Mariana Mortágua, dirigente do BE

"António Costa destronou António José Seguro com a ideia que ele teve uma vitoriazinha e acaba por ter praticamente o mesmo resultado ou até pior, porque apesar de tudo Seguro ganhou e António Costa perde."

Marques Mendes, antigo líder do PS

"O ponto mais significativo é que a coligação chega à frente depois de quatro anos de uma política de austeridade, apostou bastante numa campanha de medo e pelos vistos o medo gerou compensação."

António Vitorino, antigo ministro do PS

"O espanto (...) depois destes quatro anos tão duros foi o PS não conseguir de facto canalizar o descontentamento popular e que proporcionalmente ele é muito melhor canalizado pelo Bloco de Esquerda."

Miguel Sousa Tavares, comentador

"A confirmarem-se estes dados e as projeções a que temos acesso, nós somos a novidade da política portuguesa, a candidatura Livre/Tempo de Avançar será a novidade na próxima Assembleia da República."

Rui Tavares (Livre/Tempo de Avançar)

Lusa

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