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"Desvios precipitados poderiam deitar tudo a perder"

"Desvios precipitados poderiam deitar tudo a perder"

Passos Coelho defendeu hoje que Portugal está numa trajetória de crescimento da economia e do emprego, atrai investimento e recuperou a confiança, e advertiu que "desvios precipitados poderiam deitar tudo a perder". Num discurso onde sublinhou a responsabilidade que todas as forças políticas têm em procurar compromissos, o primeiro-ministro afirmou também que, se houver desvios no rumo do país, serão os portugueses que vão pagar por isso.

  • Veio para Portugal para estar mais perto da natureza mas o fogo levou-lhe tudo
    4:59
  • Não me parece o melhor princípio político, mas percebo que António Costa queira ter junto de si, sobretudo em tempos difíceis, os mais próximos. Os homens de confiança pessoal e política. Em plena tempestade, o primeiro-ministro chamou dois amigos de longa data, ex-colegas da Faculdade de Direito, Eduardo Cabrita e Pedro Siza Vieira. E eles não disseram que não.

    Bernardo Ferrão